Igreja Católica: A inimiga da liberdade
(Na foto, o embaixador do papa e Hitler) A Igreja Católica sempre foi a maior inimiga da liberdade de pensamento e da consciência individual. Isso pode soar espantoso para católicos leigos que tomem como medida apenas o que disseram os papas “modernistas”, do Concílio Vaticano II (1961-1965) para cá. São os chamados “papas bonzinhos”, que surgiram depois da invenção da mídia e numa época pós-modernista em que a Igreja já não tem mais poder político nenhum, nem mesmo para mandar um “herege” para a fogueira. Nessa nova era, os ventos de tolerância trazidos ao mundo pelo protestantismo e pelo iluminismo tornaram inviável o prosseguimento do discurso de intolerância, ódio e preconceito perpetuado por séculos por todos os tipos de papas. Para tratar adequadamente um assunto tão abrangente e importante como esse seria necessário um outro livro inteiro escrito apenas sobre isso. Por enquanto, basta dizer que a mudança de mentalidade dos papas pós-modernistas se tornou evidente a qu...