19 de agosto de 2014

A confissão auricular é bíblica?



PERGUNTA 556 – A confissão auricular é bíblica?

EQ: A Igreja Romana se baseia em versículos como João 20:22-23 para estabelecer as bases da doutrina da confissão auricular, segundo a qual os fieis católicos devem confessar os seus pecados ao padre pelo menos uma vez por ano. Este, por sua vez, tem poder para perdoar os pecados, ainda que o próprio padre esteja em estado de pecado mortal.

R: Há vários problemas com a confissão auricular da forma que existe no catolicismo romano. Em primeiro lugar, a Bíblia mostra claramente que o único a quem precisamos confessar nossos pecados pessoais (secretos) é a Deus. Foi assim que Esdras se dirigiu publicamente à nação de Israel:

“Agora confessem ao Senhor, o Deus dos seus antepassados, e façam a vontade dele” (Esdras 10:11)

Embora em sua época já houvessem sacerdotes instituídos por Deus, Esdras não disse para o povo confessar esses pecados a aqueles sacerdotes, mas sim ao Senhor, a Deus. Com efeito, o salmista também declara:

Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado" (Salmos 32:5)

Não há sequer uma única linha ou prescrição na Bíblia ordenando os fieis a confessarem seus pecados secretos aos sacerdotes, como um pré-requisito imprescindível para se encontrar o perdão de Deus. Isso seria realmente absurdo caso o perdão dos pecados (algo indispensável para a salvação) dependesse da aprovação de um sacerdote.

Ao contrário, vemos Jesus dizendo claramente: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”(Mt.11:28). Se confessarmos os nossos pecados diante de Deus, “ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (1Jo.1:1:9). Ao invés de João dizer que se alguém pecar tem o sacerdote para fazer a confissão, ele diz que “se alguém pecar temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1Jo.2:1).

Tudo isso atesta fortemente contra os apologistas católicos como o prof. Alessandro Lima, que por pura desinformação e ignorância das Escrituras afirmou que é um grande erro crer que o pecado pode ser confessado diretamente a Deus. Não foi este o desejo do Nosso Senhor”[1]. São lideranças como essa, com enorme desconhecimento bíblico primário, que os católicos leigos seguem na obediência à doutrina da confissão auricular.

Em segundo lugar, a interpretação que eles fazem das passagens selecionadas por eles na tentativa de colocar o conceito deles de confissão auricular na Bíblia são absurdamente contrárias ao bom senso e à boa exegese. A mais usada está em Tiago 5:16, que diz:

“Portanto, confessem os seus pecados uns aos outrose orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16)

Qualquer principiante em exegese consegue perceber claramente que o texto não está falando nada sobre confessar o pecado ao sacerdote em específico, mas sim sobre confessar “uns aos outros”, ou seja, entre nós mesmos. Tiago não disse: “confessem seus pecados ao sacerdote”, mas sim: “confessem seus pecados uns aos outros”. Se o termo “uns aos outros” deve ser entendido como sendo “somente ao sacerdote”, então deveríamos entender também que João queria que amássemos somente os sacerdotes quando disse: “amem uns aos outros” (1Jo.4:7).

Enquanto os pecados pessoais (secretos) devem ser confessados exclusivamente a Deus e ninguém mais precisa saber deles, os pecados que cometemos contra outras pessoas exigem que peçamos perdão também para a própria pessoa, e os pecados que afetam coletivamente um grupo (como quando um tesoureiro rouba o dinheiro das ofertas) exigem que se peça perdão a todo este grupo que esteve envolvido. Esta é a fórmula bíblica na questão do pecado:

"Se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano” (Mateus 18:15-17)

Mesmo quando alguém cometia um pecado público, que envolvia toda a comunidade, quem exercia juízo e punição sobre ele não era o sacerdote em especial, mas o voto da maioria da própria comunidade:

“Se alguém tem causado tristeza, não o tem causado apenas a mim, mas também, em parte, para eu não ser demasiadamente severo, a todos vocês. A punição que lhe foi imposta pela maioria é suficiente. Agora, pelo contrário, vocês devem perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja dominado por excessiva tristeza” (2ª Coríntios 2:5-7)

E é digno de nota o fato de que Paulo diz que também perdoava aquele a quem “vocês” (no plural, se referindo às pessoas a quem ele escrevia a carta) perdoaram:

Se vocês perdoam a alguém, eu também perdôo; e aquilo que perdoei, se é que havia alguma coisa para perdoar, perdoei na presença de Cristo, por amor a vocês, a fim de que Satanás não tivesse vantagem sobre nós; pois não ignoramos as suas intenções” (2ª Coríntios 2:10-11)

Ele não disse: “se o sacerdote perdoou, eu também perdôo”, mas sim: “se vocês perdoaram, eu também perdôo”. Há uma diferença enorme entre uma coisa em outra. O resumo do que a Bíblia ensina sobre isso é o seguinte:

• Pecados secretos e pessoais só precisam ser confessados para Deus.

• Pecados que envolvem alguma outra pessoa devem ser confessados a Deus e também a esta pessoa (ex: alguém que adulterou tem que confessar seu pecado à sua esposa).

• Pecados que envolvem toda uma comunidade devem ser confessados diante de toda a comunidade, e o perdão e punição dependem do voto da maioria quanto a ele, e não do sacerdote em especial.

Terceiro, o texto mais comumente usado por eles na intenção de provar que seus sacerdotes podem perdoar pecados está flagrantemente adulterado em suas traduções equivocadas. Embora a maioria das versões coloque o perdão no futuro, o texto literalmente coloca o tempo verbal no passado, conforme a tradução presente no Novo Testamento Interlinear:

"E isto tendo dito (depois de dizer isto), soprou em (eles) e diz-lhes: Recebei Espírito Santo ([o] Espírito Santo). Se de alguns (de quem quer que) perdoeis (perdoais) os pecados, perdoados foram a eles (perdoados lhes hão sido); se de alguns (de quem quer que) retenhais (retendes), retidos foram (hão sido retidos)”(João 20:22-23)

O teólogo Charles B. Williams, erudito no grego bíblico, nos informa que “o verbo no texto original está no particípio perfeito passivo, referindo-se a um estado de já ter sido proibido ou permitido[2]. Assim sendo, podemos inferir que, ao receberem o Espírito Santo, os discípulos poderiam afirmar que os pecados de alguém foram perdoados, porque realmente já foram perdoados, e que os pecados de alguém não foram perdoados, porque de fato não foram.

Como vemos, não é o fato dos discípulos proclamarem que alguém está perdoado que torna alguém perdoado; ao contrário, é o fato de alguém já ter sido perdoado que faz com que os discípulos, sob a orientação e revelação do Espírito Santo, possam declarar que a pessoa já está perdoada. Da mesma forma, se não perdoarem, é porque a pessoa não foi perdoada por Deus. A ênfase é que a ação do perdão está no passado ou em andamento, mas não no futuro, conforme a teologia católica. O texto não está nem de longe dizendo que o perdão dos pecados está condicionado ao fato de um padre querer perdoar ou não, e muito menos com o pagamento de penitência, de 10 rezas do Pai Nosso e de 55 “Ave-Marias” para o recebimento do perdão!

O poder que Jesus soprou especificamente sobre os seus discípulos era para reconhecer a legitimidade do perdão diante de Deus ou o não-perdão. O tempo verbal no grego deixa implícito que a pessoa não iria receber o perdão no futuro, depois de já ter pagado os 10 Pais-Nosso e as 55 Ave-Marias, mas sim no passado, isto é, se ela já se arrependeu verdadeiramente diante de Deus, em um arrependimento e quebrantamento de coração diante Daquele que é o único que pode efetivamente perdoar os pecados, pois só Ele conhece o coração do homem para saber se o arrependimento foi sincero ou não.

Quarto, Jesus nunca pediu indulgências a alguém quando perdoou pecados. O que ele sempre dizia era: “vá, e não peques mais” (Jo.8:11), e não: “vá, reze 25 Ave-Marias e o rosário, e então estará perdoada”! Após declarar perdoados os pecados do paralítico (Mc.2:5), ele não disse nada sobre penitências que deveriam ser pagas dali em diante, para realmente receber este perdão divino. A única condição para o perdão era o arrependimento simples e genuíno, nunca o pagamento de indulgências.

Quinto, a oração com fé já é suficiente para Deus perdoar os pecados. Tiago disse:

“E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados (Tiago 5:15)

Aqui claramente quem cura e perdoa é Deus, e a única condição exposta para isso é a oração de fé. Jesus também disse:

“E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal" (Marcos 5:34)

O que “salvou” a mulher não foi o pagamento de penitência após a confissão, mas sim a sua fé.

Sexto, os discípulos só tiveram o poder de declarar alguém já perdoado (ou não-perdoado) por Deus depois de receberem o sopro do Espírito Santo (Jo.20:22). Mas a Igreja Romana afirma que até mesmo um sacerdote que esteja pessoalmente envolvido em pecado mortal pode ainda perdoar pecados no confessionário:

"A Igreja pede que um sacerdote que absolva um penitente esteja em estado de graça. Isto não quer dizer, entretanto, que um sacerdote em estado de pecado mortal não possua o poder de perdoar pecados ou que, quando exercido, não seja eficaz para o penitente"[3]

Isso significa que até mesmo um padre pedófilo pode continuar perdoando os pecados da criança de quem molestou, assim como os pecados das outras pessoas! Ele pode ser adúltero, estuprador, assassino ou um pervertido sexual que pode continuar perdoando pecados de forma legítima, e de fato nenhum leigo poderá saber se o sacerdote para quem está confessando está envolvido nestes pecados ou não! Mas, biblicamente, os discípulos só puderam reconhecer o perdão dos pecados depois de possuírem o Espírito Santo (Jo.20:22), algo que pedófilos e adúlteros não possuem – Judas, por exemplo, não poderia perdoar, mesmo se quisesse.

Pensemos, portanto, no dilema que a confissão auricular do catolicismo nos leva. Um padre em pecado mortal não poderia legitimamente perdoar os pecados de ninguém, pois não possui o Espírito Santo, já que o Espírito Santo só habita em pessoas santificadas diante de Deus. Assim sendo, milhares de fieis que se confessam diante de padres pedófilos na verdade não tem seus pecados legitimamente perdoados, já que o padre em questão não está em posição legítima diante de Deus para perdoar os pecados. Mas nenhum católico sabe exatamente qual padre é pedófilo e qual não é, nem se está em pecado mortal em uma vida dupla ou se está em santidade.

O resultado disso é que o católico nunca poderia saber realmente quando foi perdoado ou não, se o perdão dos pecados depende da figura do sacerdote para quem se confessou. Pior ainda, durante todo o tempo em que se confessou a um padre pedófilo não foi perdoado e não teria nem como ser perdoado, já que ele não pode pedir perdão direto a Deus, mas tem que passar pelo sacerdote pedófilo! A conclusão é terrível: o católico não poderia ser perdoado!

Em contrapartida, os cristãos não precisam se preocupar com isso, já que confessam seus pecados diante de Jesus Cristo, o nosso verdadeiro e único advogado no Céu (1Jo.2:1), aquele que viveu de forma imaculada na terra (Hb.4:15), que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação (Rm.4:25), e que intercede por nós junto ao Pai (Rm.8:34). Assim, nós não precisamos nos preocupar com a figura de um homem pecador, nem se o nosso pastor está vivendo em santidade ou em pecado, pois sabemos que Aquele para quem nos confessamos é “Santo, Santo, Santo, e toda a terra está cheia da sua glória” (Is.6:3).

Podemos simplesmente nos arrepender de coração santo e sincero diante de Deus, dispostos a mudar de vida, e então descansar no Senhor, em confiança, sabendo que o preço pago por Jesus naquela cruz “nos purifica de todo o pecado” (1Jo.1:7). É Ele quem nos ouvirá, quem nos perdoará e quem nos santificará no curso de nossa caminhada cristã, pois nós “não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hb.4:15).

Sétimo, a confissão auricular era absolutamente desconhecida pelos Pais da Igreja, e só foi inventada como dogma no Concílio de Latrão, em 1215, durante o pontificado do papa Inocêncio III. As tentativas dos apologistas católicos em distorcerem as declarações patrísticas em favor da confissão auricular nos primeiros séculos é tão risível que até o ex-padre católico Chiniquy teve que explicar:

“Sei que os defensores da confissão auricular apresentam aos seus incautos ouvintes várias passagens dos escritos dos Santos Pais, onde se diz que os pecadores iam diante de um sacerdote ou de um bispo para confessar seus pecados: mas é um modo desonesto de apresentar o fato – pois é evidente para todos os que conhecem um pouco da história da Igreja daqueles tempos que aquilo se refere apenas às confissões públicas das transgressões públicas por meio do ofício da penitenciaria... que era assim: Em cada grande cidade, um sacerdote ou um ministro era especialmente encarregado de presidir os encontros da igreja, em que os membros que tivessem cometido pecados públicos eram obrigados a vir e confessar publicamente diante da assembléia, para ser restaurado em seus privilégios como membro da igreja... isso estava perfeitamente de acordo com o que Paulo recomendou no tocante ao indivíduo envolvido no caso de incesto em Corinto; aquele pecador, que envergonhou o nome dos cristãos, após confessar e expor seus pecados diante da igreja, obteve o perdão, não de um sacerdote, para quem tivesse contado todos os detalhes do relacionamento incestuoso, mas de toda a igreja reunida... Há tanta diferença entre tais confissões públicas e as confissões auriculares quanto entre o Céu e Inferno, entre Deus e seu grande adversário, Satanás”[4]

Ele também observa que nas Confissões de Agostinho “é inútil procurar no livro uma única palavra sobre a confissão auricular. Aquele livro é um testemunho indiscutível de que tanto Agostinho quanto sua santa mãe, Mônica, que é mencionada freqüentemente, viveram e morreram sem nunca terem ido a um confessionário. Aquele livro pode ser chamado de a mais esmagadora evidência para provar que 'o dogma da confissão auricular' é uma impostura moderna”[5].

Agostinho (354-430) contestou a ideia de que o homem fosse capaz de fazer alguma coisa para se curar espiritualmente, ou perdoar os pecados de seus irmãos:

"O que devo fazer com os homens para que devam ouvir minhas confissões, como se pudessem curar minhas enfermidades? A raça humana é muito curiosa para conhecer a vida das outras pessoas, mas muito preguiçosa para corrigi-la”[6]

João Crisóstomo (347-407) é ainda mais explícito ao dizer para não confessarmos os nossos pecados aos homens, mas somente para Deus:

“Não pedimos que confesse seus pecados a qualquer um de seus semelhantes, mas apenas a Deus... Você não precisa de testemunhas para sua confissão. Reconheça secretamente seus pecados e permita que somente Deus ouça a confissão[7]

Comentando o Salmo 37, Basílio (329-379) também afirma:

Não venho diante do mundo para fazer uma confissão com minha boca. No entanto, fecho os olhos, e confesso meus pecados do fundo do meu coração. Diante de ti, ó Deus, derramo meus lamentos, e apenas tu és a testemunha. Meus gemidos estão dentro da minha alma. Não há necessidade de muitas palavras para confessar: pesar e arrependimento são a melhor confissão. Sim, as lamentações da alma, que te agradam ouvir, são a melhor confissão”[8]

Finalmente, a confissão auricular do catolicismo resulta em vergonha e medo por parte daqueles que se veem obrigados a se confessar diante de um homem pecados que não confessaria nem ao seu melhor amigo. Rebecca A. Sexton fala sobre isso nas seguintes palavras:

“Essa falsa doutrina provoca culpa, vergonha, medo, desgraça, imoralidade sexual e hipocrisia naqueles que precisam participar dela. O medo e culpa ocorrem porque uma jovem não pode expor diante de qualquer homem coisas que não ousaria revelar às suas melhores amigas. Vergonha e desgraça ocorrem se ela confessar esses pecados secretos. O abuso de mulheres solitárias, mal orientadas e espiritualmente fracas por seus confessores é reconhecido pela Igreja Católica (...) Em muitos outros incidentes na vil história da confissão auricular, os sacerdotes usaram o confessionário para seduzir e destruir mulheres jovens e maduras, casadas e solteiras. O confessionário tem sido usado para encontrar os indivíduos mais fracos que então passam a ser controlados e/ou molestados por confessor”[9]

Não, Deus não deseja que passemos por medo e vergonha na exposição de nossas vidas diante de um desconhecido que se coloca no lugar de Cristo. Ele deseja que nos confessemos diante do próprio Senhor Jesus, a quem podemos chegar com confiança, diante de seu trono de graça, e não diante de um confessionário para um homem pecador:

“Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, umque, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:14-16)

É como disse João Crisóstomo (347-407):

“O que devíamos mais admirar não é que Deus perdoa nossos pecados, mas que não os expõe para ninguém, nem deseja que façamos isso. O que requer de nós é que confessemos nossas transgressões a ele somente para obtermos o perdão”[10]

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

Extraído de meu livro: “Mil Perguntas Cristãs Respondidas” (livro em construção)


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[1]Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Jh9Q6i7IVuc#>
[2]The New Testament: A Translation.
[3]Peace of Soul (Paz da Alma), Bispo Fulton J. Sheen, 136; 1949; McGraw Hill, Nova York.
[4]O Sacerdote, a Mulher e o Confessionário, Chiniquy, pág. 116.
[5]ibid.
[6]Confissões, 3.
[7]De Paenitentia, volume IV.
[8]Comentários ao Salmo 37.
[9]Disponível em: <http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/os-horrores-da-confissao-auricular.html>
[10]Catethesis ad Illuminandos, Volume 2, pág. 210.

16 comentários:

  1. Olha eu aqui de novo rs...

    Faz tempo que não venho comentar aqui, mas voltei ^^

    Sobre esse texto, acho que foi um dos melhores que já li seus. Além de refutar claramente a doutrina da confissão auricular, ainda foi um texto muito motivador e rejuvenescedor. Muito bom.

    Deus realmente sabe usar as pessoas, e você é um exemplo disso.

    Soube hoje apenas que você começou um canal no youtube, a noite já começarei a ver os vídeos rs...

    Fica com Deus e continue nessa jornada ^^

    Jonas Ewerton

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  2. Lucas: 5. 21. Diante disto, os escribas e os fariseus começaram a cogitar: “Quem é este que profere blasfêmias? Quem tem poder para PERDOAR PECADOS, A NÃO SER SOMENTE DEUS?”

    Marcos: 2. 7. “Como pode esse homem falar desse modo? Está blasfemando! Quem afinal pode PERDOAR PECADOS, a não ser EXCLUSIVAMENTE DEUS?”

    Lucas, o que dizer do argumento católico,quando se usa esse texto para provar que só DEUS PERDOA PECADOS, pois eles dizem que aí foi o FARISEU que falou por isso que não dá pra tirar um ensino a partir dai ?
    E tem outros que diz que isso não é verdade por que foi o fariseu que falou, por isso que não é verdade.

    O que dizer desses entre outros argumentos utilizados por eles para negar o obvio, que SÓ DEUS PERDOA PECADOS ?

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    Respostas
    1. A "saída" é dizer que o texto bíblico não quer dizer aquilo que ele diz...

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  3. 1 Reis: 8. 47. se na terra para onde forem levados cativos reconhecerem seus erros e se converterem, e em meio a terra do seu cativeiro te CONFESSEM: “PECAMOS, NOS DESVIAMOS E AGIMOS COM MALDADE"

    2 Crônicas: 6. 24. Quando Israel, o teu povo, for derrotado por um inimigo por ter PECADO CONTRA TI, e voltar-se para ti e INVOCAR o teu Nome, ORANDO e ROGANDO a ti nesta Casa, 25. ouve dos céus e PERDOA o erro de Israel, o teu povo, e o faz retornar à terra que deste a ele e aos seus antepassados.
    26. Quando o céu se fechar e não houver chuva, por terem eles PECADO CONTRA TI, e eles ORAREM com sinceridade, voltados para este lugar, CONFESSAREM o teu Nome, e se AFASTAREM da prática do pecado, por os teres afligido,
    27. escuta do céu, PERDOA O PECADO e os erros dos teus servos e de Israel, teu povo. Ensina-lhes o Caminho da Vida e envia chuva sobre a tua terra, que concedeste ao teu povo por herança.

    Neemias: 1. 6. Que os teus ouvidos estejam atentos e os teus olhos contemplem as palavras desta oração que o teu servo está apresentando diante de ti, dia e noite, em favor de teus servos, o povo de Israel. Sim, CONFESSO OS PECADOS que nós, os israelitas em geral, TEMOS COMETIDO CONTRA A TUA PESSOA. De fato, eu e o meu povo temos errado sobremaneira.
    7. TEMOS AGIDO DE FORMA PERVERSA, CORRUPTA E VERGONHOSA contra ti, e NÃO TEMOS OBEDECIDO AOS TEUS MANDAMENTOS, NEM RESPEITADO os TEUS DECRETOS e às leis que ordenaste a teu servo moises.



    Neemias: 9. 2. E os de ascendência israelita se separaram de todos os gentios, estrangeiros, colocaram-se em pé e CONFESSARAM TODOS os ERROS , PECADOS e PERVERSIDADES dos seus pais, assim como as suas faltas pessoais.

    Salmos: 32. 5. CONFESSEI-TE o MEU PECADO, RECONHECENDO MINHA INIQUIDADE, e não ENCOBRI as minhas CULPAS. Então declarei: CONFESSAREI MINHAS TRANSGRESSÕES para o SENHOR, e tu PERDOASTE a culpa dos meus pecados.

    Salmos: 38. 18. Sim, CONFESSO a minha CULPA, estou aflito em razão do meu pecado.

    Provérbios: 28. 13. Quem camufla suas faltas jamais alcançará o sucesso, mas quem as RECONHECE, CONFESSA e abandona, recebe toda a compaixão de Deus!




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  4. Daniel: 9. 4. E orei a Yahweh meu Deus, e expressei a seguinte CONFISSÃO: ‘Ó Adonai, Deus grande e temível, que manténs a tua Aliança de favor e misericórdia com para com todas as pessoas que te amam e obedecem aos teus mandamentos;
    5. NÓS PECAMOS, e temos praticado toda espécie de MALIGNIDADES, agindo com IMPIEDADE e REBELDIA, apartando-nos dos teus princípios e das tuas leis.
    8. Ó Elohim nosso Deus! Aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos antepassados pertence toda a vergonha, porquanto temos châtâ’, ERRASO e PECADO CONTRA TI.
    16. Agora Adonai, ó Eterno, de acordo com todas as tuas justas realizações, afasta de Jerusalém, da tua Cidade, do teu santo monte, a tua ira devastadora e toda a tua indignação. Sim, foram os nossos pecados e as iniqüidades de todos nós, desde os nossos antepassados, que fizeram de Jerusalém e do teu povo este grande motivo de zombarias para todos os que nos rodeiam.
    20. Falava eu ainda em oração e súplicas, CONFESSANDO O MEU PECADO e o PECADO do meu povo de Israel, colocando minhas petições diante de Yahweh, o meu Deus, em favor do monte santo de Elohim;

    1 João: 1. 9. Se CONFESSARMOS os NOSSOS PECADOS, Ele é fiel e justo para nos PERDOAR todos os pecados e nos purificar de qualquer injustiça.

    2 Crônicas: 7. 14. e se esse meu povo, que se chama pelo meu Nome, SE HUMILHAR, ORAR e BUSCAR a minha face, e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e seus erros e curarei a sua terra.

    Neemias: 9. 2. E os de ascendência israelita se separaram de todos os gentios, estrangeiros, colocaram-se em pé e CONFESSARAM TODOS OS ERROS,PECADOS e PERVERSIDADESdos seus pais, assim como as suas faltas pessoais.
    3. Postaram-se de pé, cada um no seu lugar, leram atentamente o Livro da Torá, a Lei de Yahweh,seu Deus, durante toda a quarta parte do dia, e passaram outras três horas reconhecendo e CONFESSANDO humildemente SEUS PECADOS, enquanto adoravam o SENHOR, o seu Deus.

    Levítico: 26. 40. E CONFESSARÃO ENTÃO SEUS PECADOS, bem como as INIQUIDADES de seus pais, MALIGNIDADES cometidas por causa de sua infidelidade para comigo e, ainda mais, por flagrante oposição à minha pessoa.

    Lucas: 18. 13. Entretanto, o publicano ficou à distância. Ele sequer ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, confessava: ‘Ó Deus, sê benevolente para comigo, POIS SOU PECADOR’.

    2 Samuel: 24. 10. Depois de contar o povo o coração de Davi sentiu remorso e CONFESSOU a Yahweh: “COMETI um GRAVE PECADO! Agora, ó Yahweh, perdoa este erro do teu servo, porque tomei uma atitude absolutamente insensata!”

    Salmos: 106. 6.PECAMOS, como nossos antepassados, COMETEMOS INIQUIDADES, praticamos o mal.

    Salmos: 39. 8. Livra-me de todos os meus PECADOS, não me exponhas às zombarias dos insensatos.

    Jeremias: 14. 20. Ah, Yahweh, ó SENHOR, RECONHECEMOS a NOSSA MALIGNIDADE e A INIQUIDADE de nossos pais; pois temos ERRADO e PECADO CONTA TI.

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  5. Diante de tudo isso o que o católico irá fazer ??
    Eu fiz essa busca e encontrei todos esses exemplos de confissões, e por incrivel que pareça, não existe nenhum texto que mostre o tipo de confissão que o católico propõe.

    Em breve se DEUS quiser, estarei postando vários textos da biblia que mostra que SÓ DEUS Ê O QUE PERDOA PECADOS.

    Agora, se o católico lesse esses textos todos, ele nao estaria por aí afirmando essas loucuras, que um homem pode perdoar pecados.

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  6. QUEM É QUE PERDOA PECADOS SENÃO SÓ DEUS ?
    Daniel: 9. 9. Mas ao SENHOR nosso Deus, pertencem a MISERICÓRDIA E O PERDÃO, apesar de termos sido tão rebeldes contra ele.

    Salmos: 130. 4. Mas contigo está o PERDÃO, para que sejas temido.

    A palavra de DEUS é bem clara que com o SENHOR DEUS está e a ele pertence o perdão, então a palavra de DEUS mostra com amplo testemunho que só o SENHOR DEUS é que perdoar pecados. A palavra de DEUS também mostra inúmeros exemplos das pessoas clamando ao SENHOR pelo seu perdão e pela sua misericórdia, então diante todas essas afirmações biblicas é que só o SENHOR perdoa pecados, e é a ele que devemos buscar de todo coração e nele se refugiar buscando a sua misericórdia e o seu perdão, por que a sua misericórdia dura para sempre.

    Vamos lá ao textos que mostram tudo isso.

    Êxodo: 34. 7. que usa de beneficência com milhares; que PERDOA a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração.
    9. dizendo: Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, vá o Senhor no meio de nós; porque este é povo de dura cerviz:; e PERDOA a nossa iniqüidade e o nosso pecado, e toma-nos por tua herança.

    Êxodo: 32. 32. Agora, pois, PERDOA o seu pecado; ou se não, risca-me do teu livro, que tens escrito.

    Números: 14. 18. O Senhor é tardio em irar-se, e GRANDE EM MISERICÓRDIA; PERDOA a INIQÜIDADE e a TRANSGRESSÃO; ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração.
    19. PERDOA, rogo-te, a iniqüidade deste povo, segundo a TUA GRANDE MISERICÓRDIA, como o tens perdoado desde o Egito até, aqui.
    20. Disse-lhe o Senhor: Conforme a tua palavra lhe PERDOEI;

    2 Samuel: 12. 13. Então disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. Tornou Natã a Davi: Também o SENHOR PERDOU O TEU PECADO; não morreras.

    2 Samuel: 24. 10. Mas o coração de Davi o acusou depois de haver ele numerado o povo; e disse Davi ao Senhor: Muito pequei no que fiz; porém agora, ó Senhor, rogo-te que PERDOES A INIQÜIDADE do teu servo, porque tenho procedido mui nesciamente.

    1 Reis: 8. 30. Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem voltados para este lugar. Sim, ouve tu do lugar da tua habitação no céu; ouve, e PERDOA.
    34. ouve então do céu, e PERDOA O PECADO do teu povo Israel, e torna a levá-lo à terra que deste a seus pais.
    36. ouve então do céu, e PERDOA O PECADO dos teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que devem andar; e envia chuva sobre a tua terra que deste ao teu povo em herança.
    39. ouve então do céu, lugar da tua habitação, perdoa, e age, retribuindo a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo vires o seu coração (pois tu, só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens);

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  7. 50. PERDOA ao teu povo que houver pecado contra ti, PERDOA TODAS AS TRANGRESSÕES que houverem cometido contra ti, e dá-lhes alcançar misericórdia da parte dos que os levarem cativos, para que se compadeçam deles;

    1 Crônicas: 21. 8. Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer tal coisa; agora porém, PEÇO-TE, TIRA A INIQÜIDADE de teu servo, porque procedi mui loucamente.

    2 Crônicas: 7. 14. e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e PERDOAREI OS SEUS PECADOS, e sararei a sua terra.

    2 Crônicas: 30. 18. Porque uma multidão do povo, muitos de Efraím e Manassés, Issacar e Zebulom, não se tinham purificado, contudo comeram a páscoa, ainda que não segundo o que está escrito; pois Ezequias tinha orado por eles, dizendo: O SENHOR, QUE É BOM, PERDOE TODO AQUELE

    19. QUE DISPÕE O SEU CORAÇÃO PARA BUSCAR A DEUS O SENHOR, o Deus de seus pais, ainda que não esteja purificado segundo a purificação do santuário.

    Neemias: 9. 17. recusando ouvir-te e não se lembrando das tuas maravilhas, que fizeste no meio deles; antes endureceram a cerviz e, na sua rebeldia, levantaram um chefe, a fim de voltarem para sua servidão. Tu, porém, és um Deus PRONTO PARA PERDOAR, CLEMENTE e MISERICORDIOSO, tardio em irar-te e grande em beneficência, e não os abandonaste.

    Salmos: 25. 11. Por amor do teu nome, Senhor, PERDOA A MINHA INIQÜIDADE, pois é grande.

    18. Olha para a minha aflição e para a minha dor, e PERDOA TODOS OS MEUS PECADOS.

    Salmos: 32. 5. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e TU PERDOASTE A CULPA DO MEU PECADO.

    Salmos: 65. 3. Prevalecem as iniqüidades contra mim; mas as nossas transgressões, TU AS PERDOARÁS.

    Salmos: 78. 38. Mas ele, sendo compassivo, PERDOOU A SUA INIQÜIDADE, e não os destruiu; antes muitas vezes desviou deles a sua cólera, e não acendeu todo o seu furor.

    Salmos: 79. 9. Ajuda-nos, ó Deus da nossa salvação, pela glória do teu nome; livra-nos, e PERDOA OS NOSSOS PECADOS, por amor do teu nome.

    Salmos: 85. 2. PERDOASTE A INIQÜIDADR do teu povo; cobriste todos os seus pecados.

    Salmos: 99. 8. Tu os ouviste, Senhor nosso Deus; Tu foste para eles um DEUS PERDODOR, embora vingador dos seus atos.

    Salmos: 103. 3. É ele quem PERDOA TODAS AS TUAS INIQÜIDADES, quem sara todas as tuas enfermidades,

    Isaías: 6. 7. e com a brasa tocou-me a boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; E A TUA INIQÜIDADE FOI TIRADA e PERDOADO O TEU PECADO.

    Isaías: 40. 2. Falai benignamente a Jerusalém, e bradai-lhe que já a sua milícia é acabada, que a sua INIQÜIDADE ESTÁ PERDOADA e que já recebeu em dobro da mão do Senhor, por todos os seus pecados.

    Isaías: 55. 7. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos; volte-se ao Senhor, que se compadecerá dele; e para o nosso Deus, porque é GENEROSO EM PERDOAR.

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  8. Jeremias: 31. 34. E não ensinarão mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz o Senhor; pois lhes PERDOAREI A SUA INIQÜIDADE, e não me lembrarei mais dos seus pecados.

    Jeremias: 33. 8. E os PURIFICAREI DE TODA A INIQÜIDADE DO SEU PECADO contra mim; E PERDOAREI TODAS AS INIQUIDADES, com que pecaram e transgrediram contra mim.

    Jeremias: 36. 3. Ouvirão talvez os da casa de Judá todo o mal que eu intento fazer-lhes; para que cada qual se converta do seu mau caminho, a fim de que eu PERDOE A SUA INIQÜIDADE E O SEU PECADO.

    Jeremias: 50. 20. Naqueles dias, e naquele tempo, diz o Senhor, buscar-se-á a iniqüidade em Israel, e não haverá; e o pecado em Judá, e não se achará; POIS PERDOAREI aos que eu deixar de resto.

    Daniel: 9. 19. Ó Senhor, ouve; ó Senhor, PERDOA, ó Senhor, atende-nos e põe mãos à obra sem tardar, por amor de ti mesmo, ó Deus meu, porque a tua cidade e o teu povo se chamam pelo teu nome.

    Miquéias: 7. 18. Quem é Deus semelhante a ti, que PERDOAS A INIQÜIDADE, e que te esqueces da transgressão do resto da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque ele se deleita na benignidade.
    19. Tornará a apiedar-se de nós; PISARÁ AOS PÉS AS NOSSAS INIQÜIDADES. Tu LANÇARÁS TODOS OS NOSSOS PECADOS NAS PROFUNDEZAS DO MAR.

    Efésios: 4. 32. Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também DEUS VOS PERDOOU EM CRISTO.

    Colossenses: 2. 13. e a vós, quando estáveis mortos nos vossos delitos e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, PERDOANDO-NOS TODOS OS DELITOS;

    Colossenses: 3. 13. suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; ASSIM COMO O SENHOR VOS PERDOOU, assim fazei vós também.

    Tiago: 5. 15. e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão PERDOADOS.

    1 João: 1. 7. mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o SANGUE DE JESUS seu Filho NOS PURIFICA DE TODO PECADO.
    9. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos PERDOAE OS PECADOS e NOS PURIFICAE DE TODA INJUSTIÇA.

    1 João: 2. 12. Filhinhos, eu vos escrevo, porque os VOSSOS PECADOS SÃO PERDOADOS POR AMOR DO SEU NOME.

    Salmos: 51. 1. Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; APAGA AS MIMHAS TRANSGRESSÕES, SEGUNDO a multidão das tuas MISERICORDIAS.
    2. LAVA-ME COMPLETAMENTE DA MINHA INIQÜIDADE, e PURIFICAME DO MEU PECADO.
    7. PURIFICA-ME com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve.
    9. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e APAGA TODAS AS MINHAS INIQÜIDADES.

    Isaías: 43. 25. Eu, eu mesmo, sou o que APAGO AS TUAS TRANSGRESSÕES por amor de mim, e dos teus PECADOS NÃO ME LEMBRO.

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  9. Hebreus: 8. 12. Porque serei MISERICORDIOSO para com suas iniquidades, e de SEUS PECADOS NÃO ME LEMBRAREI MAIS.

    Hebreus: 10. 17. E NÃO ME LEMBRAREI mais de seus PECADOS E DE SUAS INIQÚIDADES.

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  10. Então diante do testemunho biblico conclui-se que SÓ DEUS PERDOA PECADOS, conforme Lucas 5:21, Marcos 2:7.

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  11. Paz irmão. O seguinte link nos dá informações diferentes a respeito dos pais da igreja que você citou. Aqui você traz cotações deles condenando a confissão auricular, lá eles trazem citações deles, ao que parece apoiando a prática. Fique com Deus e segue o link abaixo: http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/patristica/estudos-patristicos/578-os-pais-da-igreja-e-o-sacramento-da-penitencia-confissao-auricular

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    1. Não existia confissão auricular privada, como há hoje na Igreja Romana, o que existia era um PERDÃO ECLESIÁSTICO diante de toda a comunidade. Neste artigo que eu traduzi do Keith Thompson ele explana isso com perfeição:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2015/08/os-pais-da-igreja-contra-confissao.html

      Abs!

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    2. Junto a esse artigo do Lucas, sugiro a leitura desses artigos do William Webster que dão um bom panorama do desenvolvimento histórico da confissão e penitencia. Muitos pais que defenderam a penitência, a concebiam como realizável apenas uma vez após o batismo, ou seja, substancialmente diferente do ensino da Igreja Romana. Tão tarde quanto na idade média, os teólogos discutiam a necessidade da confissão e a possibilidade de mais de um perdão.

      http://respostascristas.blogspot.com.br/search/label/Confissão%20e%20Penitência?m=0

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