O Cânon Bíblico dos Judeus
Este artigo começou em um debate em um grupo no facebook sobre o cânon bíblico. Dois católicos – um civilizado chamado Jorge Luiz e outro não-civilizado chamado Cristiano Macabeus (o mesmo que aparece neste artigo xingando os evangélicos de todos os nomes possíveis) – trouxeram alguns argumentos contra o cânon bíblico de 66 livros e a favor do cânon largo católico, de 73 livros [1] . Eles perceberam a lógica apresentada pelos evangélicos, que diz que: 1º O reconhecimento do cânon veterotestamentário era de atribuição dos judeus. 2º Os judeus reconheceram um cânon veterotestamentário sem os apócrifos. 3º Logo, os apócrifos não devem ser reconhecidos como parte do cânon bíblico do AT. Em geral, os católicos costumam atacar o ponto 1, alegando que é a Igreja, e não os judeus, que tinha a autoridade de reconhecer o cânon do Antigo Testamento, mas parece que alguns deles perceberam o quão absurdo é essa alegação e passaram então a atacar a segunda premissa, sustentando de forma inédita que...