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Mostrando postagens de 2017

Imperdível: Provas incontestáveis de que a Igreja Católica é mesmo o “bastião do conservadorismo” (37 provas + material bônus!)

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Apologistas católicos tridentinos vivem dizendo que a Igreja Católica é o “bastião do conservadorismo”, então eu decidi pesquisar um pouco e constatei algo impressionante: eles têm toda a razão. Não é bom para um apologista protestante ter que admitir algo assim, mas as provas abaixo falam por si mesmas, e eu não posso negar os fatos. Essas provas são tão contundentes que dispensam até comentários – é como dizem por aí, “uma imagem vale mais que mil palavras”...

Novos vídeos do Alon sobre preterismo e outros informativos

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O Alon criou recentemente um canal no Youtube com excelentes vídeos sobre o preterismo. Quem puder, inscreva-se no canal para receber as atualizações:
https://www.youtube.com/channel/UCOsu67Q3o5vnKW4fMSB9NAA/videos
Abaixo segue os vídeos já postados até o momento:

Esclarecendo dúvidas básicas sobre mortalismo e aniquilacionismo

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Uma coisa que percebo muito é que grande parte dos questionamentos que recebo sobre mortalismo e aniquilacionismo não é sobre “como refutar isso ou aquilo”, mas sim sobre dúvidas relacionadas a coisas bastante simples e até elementares. Se por um lado a doutrina imortalista é bem conhecida por todos, pois todos fomos doutrinados com ela desde a infância, por outro lado o mortalismo é pouco conhecido, e muitas vezes “refutado” por gente que sequer o conhece ou estudou sobre o assunto (o que muitas vezes implica em verdadeiros ataques a espantalhos).

As Bíblias protestantes “adulteraram” 1ª Coríntios 9:5 para dizer que os apóstolos eram casados?

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Este artigo seria um compilado de refutações à acusação difamatória de que as traduções protestantes são “adulteradas” propositalmente para “atacar o catolicismo”, como se todos os tradutores protestantes estivessem em um conluio conspiratório global anticatólico para provarem que o catolicismo é antibíblico (e como se precisassem disso...). Eu inclusive já tinha escrito uma introdução e escolhido os textos a serem refutados, mas logo o primeiro deles acabou ficando tão grande que eu preferi publicar em um artigo à parte e fazer o mesmo com os outros textos. Portanto, neste aqui eu irei abordar exclusivamente o texto de 1ª Coríntios 9:5. Boa leitura.

Quem disse que a Bíblia não é a Palavra de Deus?

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A mais nova moda da apologética católica, pasme, é negar que a Bíblia seja a palavra de Deus. Talvez você não acredite, como eu não acreditava até pouco tempo, mas sim, tem gente por aí que se diz cristã e que alega que a Bíblia é apenas mais um livro como qualquer outro, e que não tem nada de “palavra de Deus”. Essa é tão recente que nos primeiros anos de apologética eu nunca tinha ouvido, mas como em se tratando de apologética católica tudo SEMPRE pode piorar, essa mais nova heresia ficou popular entre eles. De repente essa tese ganhou aceitação impressionante entre o “populacho”, como esses leigos aí que ninguém sabe quem são, nem o que comem, nem de onde vieram:

Quando o magistério católico refuta a si mesmo

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Hoje irei fazer algo diferente: quem irá apresentar os argumentos não será este simples mortal protestante que vos escreve, mas deixarei que os próprios apologistas católicos falem por mim. Sim, eu irei apenas elaborar uma breve introdução e então deixar o link onde os católicos argumentam comprovando tudo o que eu digo aqui, para então voltar com breves considerações finais.

Sobre o novo layout (se alguém se interessa)

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Embora eu pessoalmente prefira o layout antigo sem nenhuma dúvida, fui obrigado a mudar para um layout mais simples do blogger porque o layout antigo estava tendo problemas com os comentários. Basicamente, os comentários só funcionavam para quem usa celular, e para quem entrava pelo computador não era permitido postar nada. Se alguém tiver qualquer problema com esse novo layout, me informe nos comentários dos outros posts, pois neste aqui não vejo necessidade de abrir a caixa de comentários.

4 Horas de hangout para os 500 anos de Reforma

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Ontem rolou uma “live surpresa” dos 500 anos da Reforma, um hangout que contou com a participação do Bruno Lima (do Respostas Cristãs), do Francisco Tourinho (do Questões Últimas), do Elisson Freire (do Resistência Apologética) e minha:

Perguntas de um protestante curioso sobre a tradição oral romanista

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O leitor que costuma acompanhar este blog sabe que eu não sou do tipo que costuma lançar “desafios” ou “perguntas que ninguém responde”, armar “armadilhas” ou coisa do tipo. Na verdade, o único artigo que fiz em forma de perguntas/desafios que eu me lembre agora é este sobre Pedro, que é um dos mais antigos do blog. A razão pela qual eu escrevo este artigo em forma de perguntas não é para “desafiar” ninguém, mas apenas porque eu realmente tenho a curiosidade de saber como os romanistas respondem a estas questões, que não são nunca abordadas pela apologética católica. Portanto, as perguntas aqui são diretamente dirigidas aos apologistas católicos por questão de curiosidade pessoal, e eu gostaria muito que me respondessem mesmo. Vamos a elas!

A verdade sobre os “massacres” de Cunhaú e Uruaçu

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Os “massacres” de Cunhaú e Uruaçú são uma lenda velha da apologética católica que agora ganhou espaço na grande mídia em função do papa Francisco ter canonizado os “30 mártires”. Para responder ao embuste, dividirei este artigo em duas partes. A primeira será uma introdução absolutamente importante para que as pessoas tenham uma noção de quem eram os holandeses na época, o que ajuda a demonstrar o quanto a acusação é irrisória e patética. A segunda é uma exposição do outro lado da moeda sobre os eventos propriamente ditos, contado não pelos católicos profissionais em distorcer os fatos, mas pelos próprios holandeses e por historiadores leigos.

O celibato obrigatório do clero é bíblico?

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Em primeiro lugar, é necessário deixar claro que o que será refutado aqui não é o “celibato” em si, mas sim o celibato obrigatório, que é a imposição de celibato para alguém que quiser ser sacerdote na igreja. O celibato em si é respeitável; Paulo foi celibatário assim como João Batista, mas o eram por opção e não por imposição ou obrigação. Nas igrejas evangélicas e nas ortodoxas o celibato também é opcional; o pastor ou padre se casa se quiser, permanece solteiro se achar melhor. Não há um pré-requisito de celibato para ser ordenado ou para continuar exercendo a função. O mais importante a mostrarmos logo de cara é que na Bíblia NUNCA há qualquer imposição de celibato para ser sacerdote; pelo contrário, vemos os sacerdotes, via de regra, possuindo esposa.

Pregações evangélicas que recomendo

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Com certa frequência me pedem recomendação de livros e sites bons, mas não me lembro de alguma vez alguém ter me pedido uma coisa ainda mais importante: pregações. Estamos acostumados a um nível, sejamos honestos, muito baixo dentre os pregadores que se dizem “evangélicos” na televisão brasileira. Ligo em um canal e é pastor pedindo o “trízimo” ou ofertas de 900 reais para resolver todos os problemas da vida em um passe de mágica; ligo em outro e é pastor passando o culto todo conversando com o “demônio” que fala mal da igreja “concorrente”; ligo em outro e é pastor vendendo o “sabonete ungido” ou “sei-lá-o-que-consagrado” aos prantos enquanto pede mais dinheiro; ligo em outro e é pastor indo até o rio Jordão para pegar uma das “sete águas mais poderosas do mundo” para a campanha da “sexta-feira forte” (seja lá o que isso signifique); e, se estiver em um dia de sorte, na melhor das hipóteses irei me deparar apenas com uma pregação antropocêntrica de autoajuda com muita gritaria e prof…

Lutero, Calvino e Confissão de Fé protestante refutando a “moderna” apologética católica

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Há quinhentos anos, Lutero, Calvino e as confissões de fé protestantes já refutavam os mesmos argumentos bobinhos usados pelos papistas nos dias de hoje, que eles citam em seus sites e blogs como se fosse uma novidade bombástica que “acaba” com o protestantismo. Uma vez que selecionar muitos trechos ou capítulos inteiros seria bastante cansativo ao leitor, eu decidi selecionar um parágrafo de Calvino nas Institutas, um artigo da Confissão de Fé Escocesa elaborada por John Knox e um trecho de uma obra de Lutero bastante citada pelos apologistas católicos fora de contexto. Vamos a eles.

O que há de errado com Olavo de Carvalho?

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O nome de Olavo é recorrente neste blog, não tanto por mim, que o menciono em menos de meia dúzia de artigos dentre os mais de quinhentos aqui presentes, mas por alguns de meus leitores, que vez por outra trazem as birutices que o senhor da Virgínia profere contra o protestantismo. A primeira vez que escrevi sobre ele foi no artigo "A Igreja Católica contra o capitalismo", quando ainda tinha certo respeito pelo sujeito que ainda não havia surtado por completo, ocasião na qual o próprio foi avisado rapidamente e foi o primeiro a comentar (chegou antes mesmo do “First”!).

Os protestantes são “subjetivistas” e “relativistas” por rejeitarem o "magistério infalível"?

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Essa é uma das acusações mais frequentes da apologética católica, e se você já participou de debates já deve estar acostumado com ela. Basicamente, o argumento funciona da seguinte maneira: (1) só podemos chegar à verdade de forma objetiva se houver uma autoridade infalível dizendo isso; (2) os protestantes não têm uma autoridade infalível (um papa), portanto, são subjetivistas; (3) os católicos têm o papa e seu magistério infalível, então podem chegar à verdade de maneira objetiva. Baseando-se nesses pressupostos que analisarei melhor adiante, eles elaboram questões perniciosas, tais como: (a) Como você pode saber que a sua interpretação é a certa? (b) Isso é “apenas a sua opinião”, por acaso você é um papa infalível? (c) A Bíblia é um livro “obscuro” demais, portanto só o papa e seu magistério podem interpretar!

A Igreja Católica está acima da Bíblia? Cinco sofismas papistas refutados!

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Nas últimas semanas voltou à tona uma velha discussão sobre quem detém a autoridade suprema – se é a Bíblia, ou se é a Igreja. Lógico que quem propõe o argumento de que é a Igreja são os papistas, querendo dizer, é claro, a Igreja deles, ou seja, a Igreja Católica Romana. Tudo começou quando um padre relativamente desconhecido começou a espalhar asneiras de que a Igreja Romana tem autoridade acima da Bíblia, e ganhou mais popularidade depois que o Malafaia lhe deu uma resposta em seu canal no YouTube (veja aqui). Depois disso, as redes sociais foram inflamadas por um verdadeiro festival de ataques romanistas contra a autoridade da Bíblia “refutando” Malafaia, com até o padre Paulo Ricardo (aquele mesmo do "evangélicos são otários" por irem direto a Deus) gravando vídeos em que repete todos aqueles mesmos argumentos bobinhos, velhos, ultrapassados e já refutados de sempre.

A fábula da unidade católica e a verdadeira unidade cristã

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Uma das coisas mais fascinantes em estudar a história da Reforma é a Guerra dos Trinta Anos. Fascinante não pela guerra em si, que foi um horror que resultou no maior número de mortos em guerras até a época – foram entre três e onze milhões de vítimas –, quando os príncipes e reis católicos quiseram impor o catolicismo à força através da espada e os protestantes se reuniram para defender seu território, sua fé e suas vidas. Antes, a história torna-se fascinante pelo seu desfecho absolutamente inesperado: quando tudo parecia completamente perdido para o campo reformado, com a poderosa Espanha saindo em auxílio dos católicos e os exércitos papistas prevalecendo contra a liga protestante, um país católico entra na guerra e embaralha tudo: a França.

Breve refutação a cinco táticas dos revisionistas católicos sobre a Inquisição

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No artigo anterior refutei resumidamente dez calúnias contra a Reforma, e aqui irei escrever no mesmo estilo de comentários rápidos sobre as principais táticas e enganos praticados pelos revisionistas católicos e negacionistas da Inquisição, que suavizam o que ela de fato representou ou que, em outros casos, simplesmente negam descaradamente que a Igreja Romana tivesse alguma responsabilidade ao institucionalizar e legalizar o assassinato por razões religiosas. Mais uma vez, as fontes bibliográficas estarão no final do artigo, e também uma lista de artigos já publicados por mim sobre o tema, onde disserto sobre cada questão de forma aprofundada e com ampla documentação, enquanto o foco aqui é apresentar o mesmo conteúdo de forma resumida para quem quer uma resposta mais rápida e simples.

Breve refutação a dez calúnias católicas sobre a Reforma

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Estou redigindo um livro sobre a Reforma Protestante, que pretendo que fique pronto até o aniversário de 500 anos da Reforma, em 31 de outubro. Para esse fim, há meses venho lendo o máximo de livros possíveis sobre o tema, pois pretendo que o mesmo tenha pelo menos cem referências bibliográficas, que é o mínimo exigido em qualquer trabalho acadêmico sério em história (essa é a principal razão pela qual tenho atualizado tão pouco o blog ultimamente). Aqui eu não vou argumentar extensivamente em cima de cada ponto que os papistas sem estudo e nem formação distorcem e mentem descaradamente, o que deixarei para fazer em profundidade no livro, com capítulos específicos referentes a cada questão abaixo e a muitas outras.

Padre reconhece as atrocidades da Inquisição e pede perdão

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Em um mundo repleto de intolerantes, monstros morais, neonazistas negadores do Holocausto e defensores da Inquisição, ainda há vozes sensatas e honestas mesmo na Igreja Romana, que repugnam o revisionismo embusteiro e virulento pró-Inquisição e reconhecem abertamente suas perversidades, mazelas e aberrações cometidas especialmente contra o povo judeu. O vídeo abaixo é do padre Peter Hocken, que ao invés de pedir um “perdão” rápido e vago ou de dizer apenas que houve “erros” ou “excessos” genéricos cometidos pela Inquisição, faz questão de descrever a profundidade do que a Inquisição significou, com todos os seus horrores e atrocidades morais que qualquer pessoa com um pouco de estudo e honestidade é capaz de reconhecer, mesmo em se tratando de um padre. O vídeo é imperdível:

Novos artigos do Bruno Lima

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Depois de alguns meses inativo, o excelente blog "Respostas Cristãs", do apologista cristão Bruno Lima, está de volta. Ele postou três novos artigos imperdíveis, que vale a pena acompanhar pelo seu alto nível:

Resumo cronológico do Apocalipse

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Embora eu já tenha escrito muitos artigos de escatologia, muitas pessoas já me escreveram pedindo uma ordem cronológica dos eventos, porque em meio a tantos textos e argumentações é normal que se fique confuso a respeito da ordem das coisas. Por isso decidi fazer um Power Point sem nenhuma intenção de “provar” algo, mas apenas de expor resumidamente aquelas coisas que já foram provadas nos outros artigos. Para baixar o arquivo, clique aqui.

"O Catequista" enaltece comunista, glorifica assassina e dissemina fantasia

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“O Catequista” é um blog de apologética católica que eu não costumo mencionar aqui, porque literalmente está mais para um blog de “humor católico” com considerações rasas e superficiais que não chegam nem a ser argumentos do que propriamente para um “site de apologética”, e eu não duvido que até eles mesmos se considerem assim. Mesmo assim, é bom mostrarmos o nível que esses apologistas conseguiram chegar no grau máximo e supremo da distorção histórica, arte na qual eles são profissionais (além do humor, é claro).

Por que a apologética católica no Brasil é a expressão da mediocridade

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Essa semana fui surpreendido com um expert católico comentando aqui. Nem sempre aparece teólogos romanos tão qualificados, mas quando surge um desses é uma grande honra e eu não poderia deixar de responder a este profissional de alto calibre. Trata-se do “Nivaldos Lulas”, isso mesmo, NIVALDOS, no plural mesmo. O sujeito é tão mito que leva um nome coletivo (ou talvez seja só um fã do Lula mesmo, ou melhor, do “Lulas”...). Eu confesso que fiquei sem refutação diante de palavras tão sábias e até cheguei a cogitar me converter à Babilônia Igreja Católica, por isso gostaria da ajuda de vocês para entender o que ele quis dizer conseguir refutar esse profissional:

O dia em que o papa se aliou aos muçulmanos para combater um rei católico fanático

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(Fonte: BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954)
Se você for um romanista moderno, talvez pense que o papado sempre foi aquela instituição espiritual, santa e piedosa, que não se envolvia em assuntos terrenos senão no que dizia respeito ao Reino dos céus; afinal de contas, o papa diz ser o representante máximo daquele que disse que seu Reino não era deste mundo (Jo 18:36). Por outro lado, se você for um romanista tradicionalista (ou tridentino), já terá descartado essa balela de “Reino dos céus” e aceitado que o papa também tinha amplos poderes temporais e que podia mobilizar exércitos para seus próprios fins; todavia, estará propenso a aceitar que estes fins são apenas os mais nobres para o bem da religião (a sua, é claro), como por exemplo nas Cruzadas.

O terceiro João é a chave para se entender o quarto evangelho

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Muito se fala no terceiro Tiago, já comprovado biblicamente aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e em mais uns duzentos artigos até hoje irrefutáveis. Mas pouco se fala em um outro personagem quase tão importante quanto: o terceiro João. Todos conhecem os dois Joãos mais famosos, o filho de Zebedeu (a quem é falsamente atribuída a autoria do quarto evangelho) e o João Batista. Mas poucos sabem que existiu ainda um terceiro João, o presbítero. E não, essa não é uma tese nova ou recente: remete desde ao primeiro século, quando Papias (70-163) claramente fala em dois Joãos diferentes entre os cristãos (sem se referir a João Batista como sendo um deles, porque o mesmo já havia morrido muito antes). Os fragmentos de Papias foram preservados por Eusébio de Cesareia (263-339) em sua História Eclesiástica e podem ser conferidos integralmente aqui.

O "chefe" do papa que não crê na existência do diabo e questiona os evangelhos

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Saiu no Gospel Prime:
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“O diabo é apenas uma figura simbólica”, afirma importante líder católico Superior Geral dos Jesuítas é bastante influente no Vaticano

Refutando objeções ao terceiro Tiago (Parte Final)

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Este artigo é uma continuação e conclusão dos outros dois artigos abordando o fato de João não ser o autor do quarto evangelho e de Tiago ser o discípulo amado. Caso você tenha caído de paraquedas e não tenha acompanhado nada dessa discussão, é indispensável a leitura dos dois artigos para compreender este.

Mais uma da fábrica de mentiras da apologética católica: Henrique VIII era protestante?

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Decidi tirar essas semanas apenas para desmascarar as fraudes da apologética católica no campo histórico, já que no campo bíblico chega a ser covardia e até já perdeu a graça. Mas são tantas mentiras grosseiras pra desmascarar, que sinto que meu objetivo só irá se consumar em anos ou décadas – se tiver sorte. Estive relendo o que os principais sites de apologética católica escreveram sobre a Reforma e, com o conhecimento histórico mais profundo que tenho hoje em relação ao que tinha antes, me assustei de verdade com a quantidade gigantesca e assombrosa de mitos, mentiras e distorções grotescas dos mais variados tipos. O nível da coisa é simplesmente surreal. E olha que para alguém que lida com catolicismo há tantos anos como eu, e ainda me assustar com alguma coisa neste meio, é porque a coisa é feia mesmo.

O discípulo amado, finalmente desvendado! (Parte 2)

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Antes de mais nada, cabe destacar que este artigo é uma continuação ao artigo anterior, que prova que João não pode ter sido o autor do quarto evangelho. Portanto, neste presente artigo eu não irei refutar a autoria joanina (que já foi refutada no artigo passado), mas sim mostrar evidências do provável discípulo amado, uma vez que não é João. Por isso, caso você não tenha lido o artigo anterior, é fundamentalmente importante lê-lo integralmente para poder entender este aqui.

"Todos de sua casa foram batizados" prova o batismo infantil?

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Respeito os pedobatistas, afinal, essa era a posição padrão dos reformadores numa época de influência romanista muito forte e continua sendo a crença de uma minoria de protestantes na atualidade. Mas isso não implica em deixar passar um argumento falacioso que tem sido o mais recorrido por aqueles que tentam provar o batismo infantil na Bíblia. Trata-se da inversão do ônus da prova, o que eu já expliquei quando escrevi um artigo sobre a Sola Scriptura e a tradição oral (veja aqui), mostrando como os romanistas invertem o ônus da prova ao exigir que o protestante prove a Sola Scriptura ao invés de ser ele a provar a autenticidade de cada suposta tradição oral que defende em adição ou subtração ao conteúdo escrito (Bíblia).

O "Saque de Roma" é o exemplo da desonestidade da apologética católica

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Quando eu digo que apologética católica e picaretagem são sinônimos, que apologista católico é por definição alguém com fobia a livros e praticamente sempre um desonesto, e que eles não se importam com a verdade mas apenas com o que pode ser usado por conveniência contra os protestantes, alguns podem pensar que eu estou exagerando. Neste artigo mostrarei com um simples exemplo prático como que tudo aquilo que eu sempre digo ainda é pouco em comparado ao que esses embusteiros são capazes de fazer.

O anticristo ao longo da história e a invenção preterista

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Ao longo da história, por pelo menos mais de um milênio e meio o anticristo foi sempre, sem exceção, identificado como o “homem do pecado” (2Ts 2:3) que virá no fim dos tempos da parte de Satanás para trazer o mal ao mundo e perseguir o povo de Deus. Essa interpretação unânime e consensual em todos os Pais da Igreja e teólogos até pelo menos o século XVI foi desafiada em tempos recentes por preteristas, os quais em grande parte negam a existência de um futuro anticristo específico e o identificam como sendo Nero, o imperador romano que governou de 54 a 68 d.C, antes mesmo da destruição do templo (70 d.C).

Apologistas católicos finalmente admitem o óbvio: a Igreja Católica atual é mesmo a Babilônia do Apocalipse

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Já dizia Abraham Lincoln: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo”. 

50 Provas do primado de Billy Graham

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(Billy Graham, o papa dos evangélicos, segundo a metodologia de Dave Armstrong)
Atenção:Leia o artigo até o fim antes de julgá-lo pelo título ou pela primeira parte e tirar conclusões precipitadas!
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Quem disse que os evangélicos não têm um papa? Vocês estão enganados. Depois de muito trabalho de investigação árdua e pesquisa criteriosa, descobri que os protestantes têm sim um papa, e seu nome é Billy Graham. Segue abaixo 50 provas do primado de Billy Graham, o papa evangélico. Os dados são evidentes e convincentes pela virtude de seu peso cumulativo. Tal peso é especialmente claro conforme se segue:

A Igreja Católica é o "baluarte" do conservadorismo de direita no mundo?

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Este artigo é uma continuação ao meu artigo mais recente, que trata da mesma questão em âmbito nacional (clique aqui para ler). A argumentação dos tradicionalistas católicos consiste que a Igreja Romana detém o monopólio das boas virtudes, é a “guardiã” da moral e dos bons costumes, o “baluarte” do conservadorismo de direita no mundo e a única força que pode deter e vencer o comunismo, o ateísmo, o Islã e qualquer outra coisa ruim que você possa imaginar. É o Goku da vida real. Dentro desse conto de fadas católico, a instituição que antes praticava genocídios e terrorismo para se manter no poder à custa do sangue e da vida de pessoas inocentes de outras religiões precisa agora voltar com urgência, porque só assim é que estaremos “seguros”.

A Igreja Católica é o "baluarte" do conservadorismo de direita no Brasil?

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Com toda a probabilidade você já deve ter se deparado com uma afirmação dessas por aí, vinda daqueles apologistas católicos super honestos e confiáveis que conhecemos bem. Como a maioria esmagadora apenas copia as mesmas asneiras uns dos outros, até o termo exato “baluarte” é repetido em todas as ocasiões. De vez em quando ela aparece de uma forma levemente distinta, tal como: “A Santa Igreja Católica Apostólica Romana é a guardiã da moral e dos bons costumes”, ou então: “Se não fosse pela Igreja Católica, o mundo já teria sido dominado pelos esquerdistas/comunistas/socialistas/progressistas/marxistas/ateístas/adicione-qualquer-outro-istas”. E apenas para não perder o costume, em quem eles jogam a culpa pela onda de “esquerdização” no Brasil e no mundo? Nos protestantes, é claro!!! O protestantismo é sempre o bode expiatório de tudo o que o catolicismo fez de ruim mas não quer admitir. Então basta jogar a culpa nos protestantes e sair de fininho.

O Brasil era mais rico e desenvolvido que os EUA? Demolindo mais um mito católico!

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Imagine duas terras. Elas foram descobertas em um intervalo de poucos anos. Elas foram colonizadas por volta da mesma época. Elas se tornaram independentes de suas colônias com uma diferença inferior a meio século. Elas possuem dimensões geográficas parecidas e tamanho populacional similar. Mas você consegue perceber que uma delas se tornou a maior superpotência do planeta, um país altamente desenvolvido, que lidera em disparado o PIB mundial, que possui altos índices de desenvolvimento humano, educação de qualidade, saúde de qualidade, muito mais segurança e conforto, um lugar rico e próspero. E do outro lado, aquela outra terra tão similar se tornou o 125º colocado em saúde (atrás de potências mundiais como o Butão e o Iraque), está também entre os piores no ranking mundial de educação, ocupa a fantástica 79ª colocação no IDH e só consegue liderar em número de homicídios no mundo.

Desconstruindo a utopia da monarquia católica no Brasil

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Tem tanta gente louca sobrando neste país que toda hora surge uma loucura nova. A mais nova moda agora é apoiar a volta da monarquia, isso mesmo que você ouviu, eles querem acabar com a república a voltar a colocar um rei (Dom Pedro III?) no Brasil. Era só o que faltava. Como não podia ser diferente, a maioria esmagadora dos que apoiam esse “projeto” para o país consiste em fanáticos católicos sustentando que o Brasil monárquico católico (que tinha a religião católica como oficial e proibia outras formas de culto público) era melhor do que o Brasil republicano do Estado laico (esse mesmo que permite os protestantes malvados influenciarem a sociedade outrora católica).

A Bíblia foi escrita por católicos e para católicos?

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Um sofisma romanista dos mais repetidos pelos apologistas católicos no Brasil é a reprodução de uma frase tosca e nonsenseproferida pelo padre Paulo Ricardo, que é considerado uma espécie de semideus por alguns católicos deste país. Ele disse em rede nacional aos telespectadores de uma TV católica que “a Bíblia foi feita porcatólicos e paracatólicos”.
Se uma frase ridícula como essa tivesse sido dita a pessoas cultas ou com ao menos um pedaço de cérebro na cabeça, ele teria sido alvo de tomates e zombaria por algo tão vergonhosamente falso e facilmente refutável por uma lógica elementar. Mas como isso foi dito porcatólicos e paracatólicos, não me surpreende que tenha ganhado tanta atenção. É impressionante o número de papistas que realmente acreditaram que Moisés, Davi, Salomão e outros escritores da Bíblia eram católicos romanos, escrevendo a outros católicos, quando ainda nem existia Cristianismo, quanto menos catolicismo.
Quem aplaude uma idiotice como essa deveria em primeiro lugar …

Baixe todos os meus livros com um só clique

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Quem acompanha os meus blogs há tempos sabe que todos os livros que faço (quinze, até o momento) eu disponibilizo de graça em Word e PDF, e será assim sempre. O problema é que nos primeiros anos, pela falta de algo melhor, eu colocava à disposição no 4Shared e no Mediafire, onde precisava ter uma conta e frequentemente pessoas me informavam que não conseguiam baixar os livros. Depois passei a disponibilizar os livros no Mega, muito melhor e mais sofisticado, mas mesmo assim ainda havia um ou outro que não conseguia baixar. Então depois de pesquisar bastante percebi que é possível baixar em link direto através de uma fórmula mágica secreta, e assim basta dar um clique que o arquivo já começa a ser baixado automaticamente no navegador, sem nenhuma necessidade de perder tempo ou criar conta em algum lugar. Eu montei uma tabela onde você pode baixar o livro que quiser em Word ou PDF:


No Título do Livro Word Pdf 1 A Bíblia e a Escravidão Baixar Baixar 2 A História não contada de Pedro Baixar Baixa…