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Respostas rápidas a mitos católicos comuns sobre o cânon

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Este artigo é uma extensão à minha resposta na caixa de comentários deste outro artigo , um dos mais antigos do blog. Um leitor expôs ali as considerações de outra pessoa sobre o cânon, a qual alega ser supostamente “imparcial”, mas sua análise não se difere em nada da de qualquer site tendencioso de apologética católica. Uma vez que já existem vários artigos extensos neste blog sobre o assunto, disponíveis nesta tag , irei abordar as questões de forma resumida e de fácil compreensão.

O velório do cânon católico e outros informativos

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(Descanse em paz, cânon católico. Sentiremos sua falta) O Bruno Lima decidiu sepultar o cânon católico de uma vez por todas, traduzindo e ampliando artigos do William Webster que provam que nem os “doutores” da Igreja Católica medieval aceitavam a canonicidade dos apócrifos, vulgarmente chamados na apologética católica de “deuterocanônicos”. O artigo mostra citações incontestáveis de diversos teólogos, cardeais, bispos e até papas se posicionando em favor do cânon de Jerônimo, o mesmo cânon protestante, sem as adições romanistas de Trento. O que bota por terra de uma vez por todas a falácia de que os apócrifos foram dogmatizados em Hipona e em Cartago desde o final do século IV sem ninguém contestar isso.

Lutero retirou sete livros da Bíblia?

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Se você costuma acompanhar os debates entre evangélicos e papistas, já deve ter se enjoado de ler o argumento mentiroso e repetido à exaustão pelos apologistas romanos, de que “Lutero mutilou a Bíblia”, porque ele “retirou sete livros dela”. Tais caluniadores, que nunca leram obra nenhuma de Lutero e muito menos de história da Igreja, geralmente argumentam com base em dois aspectos: • Lutero mutilou a Bíblia porque ele retirou livros canônicos da Septuaginta. • Lutero mutilou a Bíblia porque ele rejeitou as decisões do Concílio de Hipona (393) e do de Cartago (397). A primeira acusação já foi completamente refutada em meu artigo recente sobre  a lenda do "cânon alexandrino" , onde eu provo que jamais existiu qualquer “cânon” alexandrino, e se não existia um cânon alexandrino então Lutero não retirou coisa nenhuma. O que os catoleigos inventaram sob o nome de “cânon alexandrino” na verdade se refere à Septuaginta (LXX), que  não era um cânon próprio , mas ap...

A lenda do "cânon alexandrino"

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Diz o ditado popular:  "Uma mentira, quando repetida mil vezes, se torna uma verdade" . Nada se aplica melhor a isso do que a nefasta apologética católica, que inventa mentiras a todo momento e as repetem mil vezes, até alguém entre eles mesmos se convencer da mentira, e defender como "verdade". Um dos casos mais notáveis é do lendário "cânon alexandrino". Digite este termo no Google e você verá legiões e legiões de sites apologéticos católicos defendendo a existência deste suposto "cânon", incluindo o do Sr. Obsceno, o do Fakenando Nascimento, os vídeos do Paulo Porcão, do padre Gargamel e o Mentiratis. De todos os sites católicos que eu busquei, apenas um único diz que não existia um cânon alexandrino, mas como é blog de astronautas não conta. E o pior é que até alguns sites protestantes tem comprado esta mentira. Vamos à verdade nua e crua: nunca existiu qualquer "cânon alexandrino".  Eu fecho este blog imediatamente no ...