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Mostrando postagens com o rótulo Igreja Católica é a Igreja de Cristo?

A Igreja somos nós (e não uma instituição, denominação, templo ou hierarquia)

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Você provavelmente já deve ter ouvido muitas vezes que “a Igreja somos nós”. A frase em si é totalmente correta, mas o problema é que quase sempre ela é apresentada em um contexto desprovido de qualquer evidência ou prova, ou por desigrejados, não inspirando muita confiança. Este, aliás, deveria ser o primeiro tema a ser debatido com católicos romanos, pois literalmente toda e qualquer argumentação teológica deles partirá sempre da conceituação errada do que é a “Igreja”. O católico lê Mateus 16:18 (“sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”) e pensa que está falando da Igreja Católica Romana; lê em 1ª Timóteo 3:15 que a Igreja é a “coluna e sustentáculo da verdade” e já sai dizendo que a Igreja Romana é isso; lê Mateus 18:17 dizendo para “ouvir a Igreja” e já conclui que é para ouvir o papa, e assim por diante.

“As portas do inferno não prevalecerão” e “estarei convosco até o fim dos tempos” são verdades e não provam nada da Igreja Católica

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Você pode estar debatendo sobre Sola Scriptura, sobre idolatria, sobre papado, sobre os dogmas marianos, sobre purgatório ou sobre Renato Gaúcho vs CR7, não importa, porque mais cedo ou mais tarde (geralmente, mais cedo ) irá se deparar com duas daquelas meia-dúzia de passagens bíblicas que os apologistas católicos que jamais leram a Bíblia decoram de cor e salteado: tratam-se dos textos de Mateus 16:18 (“as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja”) e de Mateus 20:20 (“estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”).

Quando o magistério católico refuta a si mesmo

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Hoje irei fazer algo diferente: quem irá apresentar os argumentos não será este simples mortal protestante que vos escreve, mas deixarei que os próprios apologistas católicos falem por mim. Sim, eu irei apenas elaborar uma breve introdução e então deixar o link onde os católicos argumentam comprovando tudo o que eu digo aqui, para então voltar com breves considerações finais.

Lutero, Calvino e Confissão de Fé protestante refutando a “moderna” apologética católica

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Há quinhentos anos, Lutero, Calvino e as confissões de fé protestantes já refutavam os mesmos argumentos bobinhos usados pelos papistas nos dias de hoje, que eles citam em seus sites e blogs como se fosse uma novidade bombástica que “acaba” com o protestantismo. Uma vez que selecionar muitos trechos ou capítulos inteiros seria bastante cansativo ao leitor, eu decidi selecionar um parágrafo de Calvino nas Institutas, um artigo da Confissão de Fé Escocesa elaborada por John Knox e um trecho de uma obra de Lutero bastante citada pelos apologistas católicos fora de contexto. Vamos a eles.

Afinal: Há salvação fora da Igreja Católica?

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Uma das consequencias mais lastimáveis de se autoproclamar “infalível” é não poder admitir que errou quando tenta consertar o erro. Assim, em vez de admitir aberta e honestamente que errou no passado no que tange a certo ponto, e que agora está revisando o erro, prefere fazer malabarismos mentais na tentativa de conciliar tanto o erro quanto a mudança, como se fossem a mesma coisa, apenas dita sob “perspectivas diferentes”. Talvez nenhum outro exemplo seja mais admirável do que o da salvação fora da Igreja Católica (leia-se “Romana”) no ponto de vista dos próprios papistas. Até o começo do século passado, se você perguntasse a qualquer bispo ou papa se é possível alguém se salvar não sendo católico, a resposta óbvia, categórica e automática seria um sonoro: “NÃÃÃÃÃOOOO!!!” . Hoje em dia, no mundo moderno e ecumênico em que vivemos, se você fizer a um bispo ou ao papa essa mesmíssima pergunta, a resposta será um: “Veja bem, meu caro...” . Não há nada que seja mais explícito...

Os cinco erros mais habituais de um romanista

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Os romanistas em seus debates costumam empregar diversas falácias, erros de lógica, anacronismo, distorções históricas e manipulações de dados, mas aqui me limitarei a comentar brevemente sobre os cinco erros mais comuns. 1º Achar que a atual Igreja Católica Romana é a mesma Igreja Católica antiga É o erro mais rotineiro. O papista, por ignorância ou desonestidade, tenta usar escritos dos Pais da Igreja onde eles falavam da “Igreja Católica”, e então considera como se estivessem dizendo a mesma coisa que “Igreja Católica Apostólica Romana”. Isso é absurdamente falso. A Igreja, naquela altura, não era “Romana”, mas somente “Católica”, que significa  universal.  Um Pai da Igreja que falava em “Igreja Católica” nem de longe estava se referindo a uma igreja em  particular,  como a romana, mas meramente se referindo à Igreja como um todo, isto é, presente em todas as partes do mundo da época. De fato, falar em Igreja “Católica Romana” é contradição de t...