Devemos guardar o domingo? - Parte 3 (Final)
Em meus últimos dois artigos da série ( parte 1 e parte 2 ) eu refutei os pilares da guarda obrigatória do domingo. Neste artigo (que será o último da série), irei desfazer a interpretação católica de que a guarda do sábado foi substituída pela guarda do domingo, e mostrando que o sábado era uma figura profética de um bem vindouro, o qual não era o domingo, mas o descanso eterno e celestial. Vamos, primeiramente, a Colossenses 2:16-17, onde Paulo diz: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras do que haveria de vir, mas a realidade é Cristo” (Colossenses 2:16-17) Portanto, para o apóstolo Paulo, a guarda do sábado e dos dias de festas eram “sombras” (figuras proféticas) de um bem vindouro maior, que seria revelado na nova aliança. Agora, cabe conferirmos se este bem vindouro era a guarda do domingo. O autor de Hebreus responde a essa questão da seguinte maneira: Hebreus 4 3 Pois nós, os que...