Os protestantes são “subjetivistas” e “relativistas” por rejeitarem o "magistério infalível"?


Essa é uma das acusações mais frequentes da apologética católica, e se você já participou de debates já deve estar acostumado com ela. Basicamente, o argumento funciona da seguinte maneira: (1) só podemos chegar à verdade de forma objetiva se houver uma autoridade infalível dizendo isso; (2) os protestantes não têm uma autoridade infalível (um papa), portanto, são subjetivistas; (3) os católicos têm o papa e seu magistério infalível, então podem chegar à verdade de maneira objetiva. Baseando-se nesses pressupostos que analisarei melhor adiante, eles elaboram questões perniciosas, tais como: (a) Como você pode saber que a sua interpretação é a certa? (b) Isso é “apenas a sua opinião”, por acaso você é um papa infalível? (c) A Bíblia é um livro “obscuro” demais, portanto só o papa e seu magistério podem interpretar!

Como já respondi a esses questionamentos mais extensivamente em meu livro sobre a Sola Scriptura, disponível na página dos livros, e também em diversos artigos, principalmente neste aqui, onde inclusive ilustro o ponto com um debate que tive com certo católico, eu não vou aqui fazer uma nova explanação aprofundada, mas resumir as razões pelas quais o argumento católico é completamente inconsistente com a realidade do mundo à nossa volta, com a lógica e com a história da Igreja.

Nunca me esqueço de certo debate por e-mail que tive há anos atrás com um romanista cujo único argumento que usava em qualquer assunto que debatêssemos era que “essa é apenas a sua interpretação”. Para ele não importava a força dos argumentos, nem a exegese ou hermenêutica, a lógica ou o bom senso: a única coisa que importava era se havia uma autoridade infalível ditando tin tin por tin tin como são as coisas. E, é claro, essa autoridade infalível seria o papa (que surpresa).

Debatíamos sobre o celibato clerical até eu citar 1ª Timóteo 3:2-4, que diz que “é necessário que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher... ele deve governar bem sua própria família, tendo os filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade”. Isso não me parecia bem a descrição de um “celibato obrigatório”, e não demorou muito para ele perceber o mesmo. Então ele finalmente reconheceu que o celibato obrigatório é antibíblico? Nana-nina-não. Disse que o texto é “obscuro”, envolvo em “mistérios”, e que por isso só o papa podia interpretá-lo adequadamente.

Então, se o papa interpreta a parte que diz “marido de uma só mulher” como sendo “marido coisa nenhuma de mulher nenhuma”, é essa a interpretação correta e pronto. E se interpreta que a parte que fala da família e dos filhos na verdade se refere a famílias fantasmas e a filhos inexistentes, quem somos nós mortais para discordar? Afinal, se é ele a “autoridade infalível”, o “sumo pontífice”, o “bispo dos bispos”, o “chefe da Igreja”, o “vigário de Cristo” e o único que pode interpretar a Bíblia “objetivamente”, ele deve estar certo, e nós temos que dar o braço a torcer e aceitar essa interpretação maravilhosa que nos é dada – se não quisermos ser malditos “subjetivistas”...

De fato, é este assustador princípio que rege a mentalidade dos apologistas católicos, bem expressa na máxima de Inácio de Loyola (o primeiro jesuíta, fundador da “Companhia de Jesus”), que os papistas fazem questão de ressaltar com toda a força e interesse: “Acredito que o branco que eu vejo é negro, se a hierarquia da Igreja assim tiver determinado”. No mesmo livro de Inácio, intitulado Exercícios Espirituais, ele também afirma que a atitude do católico em submissão absoluta ao papa é como a de um cadáver, que não tem qualquer liberdade ou autonomia para contestar qualquer coisa que seja...

A sujeição do católico à “autoridade infalível” deveria ser absoluta, incontestável e cega, principalmente cega. Envolvia a renúncia total à razão, ao bom senso, ao senso crítico, à exegese e a qualquer forma de contestação. O mero fato de um leigo discutir questões teológicas já era o suficiente para ser levado à Inquisição. Isso era ser um “bom católico” para a época – a submissão absoluta e incondicional. É lógico que alguém treinado a assumir que o branco na verdade é preto se a Igreja disser, facilmente aceitará também que o “marido de uma só mulher” é um “texto obscuro” que na verdade ordena o celibato obrigatório, da mesma forma que aceitará o purgatório, os dogmas marianos, a Inquisição, o culto aos mortos e todos os ensinos católicos sem absolutamente qualquer fundamento, e até mesmo em expressa contradição com as Escrituras.

Mas é este o grande problema: para o católico a verdade não está onde reside a força dos argumentos, o peso das evidências ou as regras hermenêuticas. Em vez disso, reside num apelo à autoridade, ou seja, ao papa de Roma. A verdade é dependente de uma pessoa, e você é obrigado a abrir mão da razão, da sua consciência individual e da sua capacidade de pensar criticamente para aceitar de forma passiva, acrítica e incondicional qualquer coisa que essa “autoridade infalível” definir. Isso é ser “objetivo” para eles. A objetividade não reside na força dos argumentos, mas no argumentador. Os argumentos são inúteis, supérfluos, subjetivos; o magistério é absoluto, cabal, objetivo.

O problema com isso é que não existe sequer uma única área do conhecimento humano que siga a essa lógica romanista. Não existe uma “autoridade infalível” das ciências naturais, da mesma forma que não existe uma “autoridade infalível” em questões jurídicas, filosóficas, políticas, etc. Não há uma “autoridade infalível” da ciência, mas sim cientistas com autonomia, personalidade e consciência individual para ter suas próprias convicções a respeito de debates como criacionismo vs evolucionismo, design inteligente, aquecimento global, etc. A coisa não é tão simples quanto “apele ao Magistério Infalível da Ciência, e o problema estará resolvido”. Não. Os problemas se resolvem através de crítica, de experiência, de periódicos, de contestações, de novas descobertas. Não com um “cientista infalível” ditando as regras do jogo.

O que os apologistas católicos querem nos convencer é que, embora em todas as áreas do conhecimento humano não exista uma autoridade infalível dizendo tudo o que é certo e o que é errado, na teologia tem que haver, senão estaremos todos caindo no “subjetivismo protestante”. O irônico de tudo isso é que esse argumento torna os próprios papistas o supra-sumo do relativismo contemporâneo, que consiste na afirmação de que tudo é subjetivo a não ser que haja uma autoridade infalível dizendo o que é certo. Neste caso, sequer seria possível a você dizer que a grama do seu quintal é verde, pois essa seria apenas “a sua opinião”. Precisaria de uma “autoridade infalível” para definir isso.

E o mais engraçado: eles sequer poderiam dizer que o papa é infalível ou a Igreja Romana é a verdadeira, pois isso também seria a opinião deles, ou seja, “subjetivismo”. Eles não aceitam que os protestantes interpretem a Escritura para chegar à verdade, e como tentam provar isso ao protestante? Interpretando as Escrituras, como Mateus 16:18 e outros textos. A Bíblia “não serve” quando é para contestar e refutar os dogmas católicos, mas de repente vira o meio de se provar a veracidade da Igreja deles quando lhes convém. Tudo depende da conveniência e arbitrariedade. O protestante não tem a capacidade de interpretar textos bíblicos, mas tem quando é para concordar com a interpretação católica. Em outras palavras, eles tentam provar a incapacidade de um indivíduo falível interpretar a Bíblia através de uma interpretação da Bíblia, o que contraria o seu próprio conceito.

Ademais, quem disse que a interpretação católica é "objetiva" só por apelar a uma autoridade autoproclamada infalível? Desde que essa infalibilidade foi dada pelos papas a si mesmos, ela é tão subjetiva quanto qualquer outra coisa, com a diferença de que o clero católico quer impor sua subjetividade como algo objetivo aos leigos. Pior do que ter uma opinião subjetiva particular é ser obrigado a aceitar a opinião subjetiva de outra pessoa. E a infalibilidade papal é apenas uma petição de princípio argumentada em círculos: o papa é infalível, porque a Igreja assim definiu; essa Igreja, é claro, é aquela mesma dos papas que assim definiram. É o mesmo que dizer que a Igreja Romana é verdadeira porque ela diz que é verdadeira – a mesma razão pela qual o Inri Cristo insiste estar com a "verdade".

Por fim, quando se afirma que não há como ser objetivo a não ser com a existência de uma autoridade infalível no assunto, se está defendendo com mais vigor do que nunca a tese relativista, que ensina justamente que “tudo é relativo”, que “tudo é subjetivo”. A lógica papista nos levaria a concluir isso em relação a todas as áreas do conhecimento humano e situações do cotidiano, à exceção da teologia, em que existiria o papa. Na prática, isso é assumir e fortalecer o relativismo mais do que nunca. Tem algo mais relativista do que a afirmação de que TUDO é relativo a não ser que se tenha uma autoridade infalível ditando as coisas e interpretando cada ponto?

Se esse raciocínio for levado adiante, não poderíamos nem mesmo chegar sozinhos à conclusão de que essa parede branca que vejo na minha frente é branca mesmo. Teríamos que pedir antes a definição da Igreja, como diz Inácio. Sem essa definição, poderíamos pensar apenas que talvez a parede seja branca, e talvez não. A lógica católica nos leva a um nível de relativismo tão grotesco e aberrante que chega a ultrapassar os absurdos dos humanistas seculares e ateus do planeta, que dificilmente chegam ao ponto em que chegou Inácio, relativizando tudo e condicionando toda a verdade à arbitrariedade papal.

Em contrapartida, o protestante rejeita o relativismo católico ou humanista, de que não é possível chegar à verdade a não ser por uma autoridade infalível, e pode concluir que o branco é branco, que a grama é verde, que o bispo pode ser marido de uma só mulher, etc. Se é o que as evidências indicam, é a verdade, mesmo que não haja nenhum ser infalível a definindo, ou antes mesmo de algo “infalível” a definir. Ário só se tornou herege após o Concílio de Niceia? Antes disso, não havia nenhuma “definição infalível”, nem mesmo no conceito católico do termo. Portanto, até Niceia essa questão seria puramente subjetiva para os católicos, não havendo qualquer heresia em se negar a divindade de Cristo, e só depois disso é que se tornou certo e objetivo dizer que Jesus é Deus. Se isso não é o supra-sumo do relativismo, eu não sei mais o que é.

As coisas podem piorar, e piorar muito, se estudarmos um pouquinho de história da Igreja. As principais disputas entre os bispos da Igreja antiga não existiriam se houvesse o conceito de infalibilidade do bispo romano, ou o conceito de que a verdade está com ele, e que nele reside a objetividade do que é proposto. Quando Vitor de Roma se irou com os bispos africanos sobre a data da páscoa, ambos se apegaram cada qual ao seu argumento (o bispo de Roma sobre a tradição de seus antecessores, e os africanos idem), e nenhum conseguiu convencer o outro do seu ponto. O detalhe é que décadas antes essa mesma discussão já havia surgido entre o bispo romano Aniceto e Policarpo, que teria sido discípulo de João e defendia a data oriental da páscoa, enquanto Aniceto defendia a ocidental. Mais uma vez, ambos se apegaram aos argumentos e nenhum conseguiu convencer o outro do contrário.

Demoraria um pouco mais até chegarmos a Cipriano, o bispo de Cartago que entrou em conflito com o bispo romano Estêvão sobre a questão do rebatismo. Este defendia que os hereges não tinham que ser rebatizados, e aquele defendia que sim. Ambos se apegaram cada qual aos seus argumentos, e Cipriano jamais abriu mão das suas convicções pessoais contra o bispo de Roma. Tendo convocado o Concílio de Cartago em 256 d.C., proclamou que não havia um “bispo de bispos” na Igreja, e que nenhum bispo podia julgar outro bispo mais do que ele mesmo podia ser julgado pelo outro. Em outras palavras, havia a igualdade no episcopado, em vez de um bispo superior a todos e mandando em todos.

Numerosos outros exemplos poderiam ser acumulados aos montões, mas, para simplificar as coisas e poupar um texto gigante, o fato é que as disputas na Igreja antiga não se resolviam na base do “o bispo romano tem a razão e acabou”. Em vez disso, se resolviam com debates, disputas, argumentos pra lá e pra cá, sínodos, concílios, cartas, tratados, sem ninguém tendo o direito de impor a sua convicção pessoal (ou da sua igreja) sobre a consciência dos outros indivíduos, forçando-os a crer deste ou daquele jeito. Em termos simples, até aquela época o branco ainda era branco. Apenas tempos mais tarde é que o subjetivismo entraria na Igreja ocidental através da presunção arrogante dos orgulhosos bispos romanos, que, se colocando acima da razão e da verdade, poriam em dúvida até as coisas mais elementares, e suplantariam qualquer resquício de liberdade de consciência.

Quer saber onde está a verdade? Você tem duas opções: ou procura todas as respostas de um jeito fácil e mágico com algum guru “sabe tudo”, como o papa romano, o patriarca ortodoxo, o califa muçulmano, o Dalai Lama, o Astrólogo da Virgínia ou o Inri Cristo, e cruze bem os dedos para não ter escolhido o guru errado. Ou então busque as respostas por si mesmo, use o cérebro que Deus te deu para pensar, use o seu senso crítico, investigue a verdade, seja criterioso, estude, analise os argumentos de todos os lados, forme a sua própria concepção de mundo, não seja vaquinha de presépio de ninguém, não se deixe ser manipulado.

O primeiro jeito é o mais fácil, não precisa pensar e nem usar a cabeça, basta confiar cegamente em alguém e pronto, e depois acusar de “relativistas” todos os que não seguem o tal guru que você escolheu como o detentor da verdade absoluta. É o ideal para preguiçosos intelectuais e covardes. O segundo modo exige compromisso e seriedade em busca da verdade, mas lhe proporciona uma paz interior e uma consciência tranquila que nem todos os gurus do mundo são capazes de lhe dar. Afinal, cada um dará contas de si mesmo a Deus. Você pode colocar uma fé cega nos papas e concordar com Inquisição, Cruzadas, escravidão, caça às bruxas, discriminação de judeus, perseguição e intolerância religiosa em nome de uma fé tão verdadeira que vale a pena matar os outros – ou pode pensar por si mesmo e concluir que matar uma pessoa não é defender uma fé, mas apenas matar uma pessoa. E que quem pensa diferente pode ser qualquer coisa, menos um dono da verdade.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

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Comentários

  1. Incrível!!! Excelente Artigo! NOTA: 10! É um verdadeiro chegue-mate as afirmações espúrias dos fanáticos tridentinos.

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    1. Vlw! Só que a vitória no xadrez é um "XEQUE" mate, e não chegue hehe

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    2. Verdade! Distração minha. Obg por ter corrigido. :)

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  2. "Por fim, quando se afirma que não há como ser objetivo a não ser com a existência de uma autoridade infalível no assunto, SE está defendendo com mais vigor do que nunca a tese relativista, que ensina justamente que “tudo é relativo”, que “tudo é subjetivo”. A lógica papista nos levaria a concluir isso em relação a todas as áreas do conhecimento humano e situações do cotidiano, à exceção da teologia, em que existiria o papa. Na prática, isso é assumir e fortalecer o relativismo mais do que nunca. Tem algo mais relativista do que a afirmação de que TUDO é relativo a não ser que se tenha uma autoridade infalível ditando as coisas e interpretando cada ponto?"

    Esse "se" é um erro de digitação? Porque eu achei estranho (me corrija se eu estiver errado).

    Coloquei o "se" em maiúsculo para chamar a atenção.

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    1. Esse "se" não está no sentido condicional (de "caso"), mas no sentido de "desta forma, defende-se com mais vigor..." (com a diferença de que o "se" do "defende-se" eu joguei para o início da oração por julgar mais adequado aqui, ou seja, preferi "se está defendendo" em vez de "defende-se").

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    2. Este "se" não é uma conjunção, e sim um pronome. O texto do Lucas, a meu ver, está correto.

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  3. Em 2007, o até então Papa Bento 16, para responder uma contradição nos relatos sobre a última ceia, através das recentes descobertas dos manuscritos do Mar Morto, disse que Jesus e seus discípulos seguiam o calendário essênio, enquanto que os judeus de Jerusalém seguiam o calendário farisaico

    http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI1530149-EI294,00-Bento+XVI+evoca+a+relacao+de+Jesus+com+os+essenios.html

    Ele não apelou a nenhuma tradição antiga, nem a autoridade interpretativa de antigos papas, mas ao livre exame. Se fosse um protestante fazendo o mesmo, seria rejeitado de antemão, mesmo se trouxesse evidências.

    O curioso também é que a Igreja Católica não segue esse calendário, que o Papa diz que Jesus seguia e também depõe a tese de que o Novo Testamento é um livro que nasceu de dentro da Igreja Católica e não existe nenhum trecho da bíblia que ela não possa interpretar corretamente.

    Se o Papa seguisse ao pé da letra o que a Igreja Católica ensina, ele não ousaria falar sobre novas descobertas, já que o catolicismo é algo que aprisiona e ele pensaria duas vezes antes de escrever algo, com medo de estar cometendo uma heresia.

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    1. É bem isso mesmo. No catolicismo romano os papas podem praticar livre-exame à vontade (o que os católicos chamariam de "subjetivismo"), mas os leigos não. Ou seja, os leigos tem que aceitar o subjetivismo dos papas e isso significa ser "objetivo" para eles...

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  4. Ola Lucas. O autor desse infeliz "argumento" (pe Paulo Ricardo) é uma pessoa neurótica, que vê a ICAR como um deus, que possui uma obsessão antiprotestante, que não respeita (e nem sabe lidar com) o contraditório. SE ele raciocinasse um pouco (e parece que ser incapaz) e fosse convicto do que pensa não perderia tempo com "hereges" já que se encontra na "igreja certa" sob uma orientação infalível. O CV II da igreja dele considera os protestantes "irmãos afastados" e não inimigos, OTARIOS, filhos da serpente, etc. SE ele conhecesse a Bíblia como alega conhecer, saberia que lá Jesus ORDENOU ORAR pelos inimigos ao invés de ofendê-los. SE ele for (ou almeja ser) um verdadeiro cristão tem que por na cabeça de bagre dele que no Inferno também tem católico e o
    ingresso para o Céu não passa obrigatoriamente pelo endosso e a tutela da ICAR. Obrigado amigo. Deus continue lhe abençoando.

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  5. Lucas, pode-se concluir que a ortodoxia que dispomos hoje foi resultado de consenso entre os cristãos?

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    1. Depende de qual ortodoxia que se afirma, pois o conceito que se tem de "ortodoxia" é relativo a cada segmento religioso. Por exemplo, para o católico, a assunção de Maria é um dogma que faz parte da "ortodoxia" da Igreja, embora tenha sido promulgado há menos de setenta anos atrás. Para o calvinista, o calvinismo é "ortodoxia", ainda que o determinismo tenha sido condenado por quase todos os concílios e Pais da Igreja antigos. Para o pentecostal, os dons espirituais como o falar em línguas faz parte da ortodoxia pentecostal, ainda que o avivamento da rua Azusa tenha se dado no início do século passado. E a Igreja Católica oriental se autoproclama a "Igreja Ortodoxa", justamente em função de se verem como os "detentores da ortodoxia".

      Em suma, cada grupo religioso tem seu próprio conceito de "ortodoxia", que é baseado na crença-comum destes segmentos, ou seja, no que a grande maioria entende como sendo verdadeiro. Por isso não existe "a ortodoxia", mas "as ortodoxias". E quando alguém ousa contestar uma "ortodoxia", como faço com a imortalidade da alma por exemplo, é atacado por todos os lados "ortodoxos", não porque tal doutrina esteja firmemente alicerçada nas Escrituras, mas porque confronta o entendimento "ortodoxo" que é o que mais importa aos tradicionalistas de qualquer vertente religiosa. Ou seja, pregar algo "fora da caixinha" é um escândalo, porque supostamente homens do passado de certo segmento religioso já "concluíram" que a verdade é x e não y, e, diferente de outros ramos como a ciência, na teologia há a péssima tendência de se rejeitar rever erros antigos, porque manter os velhos erros é "guardar a ortodoxia" e a "tradição", que são idolatrados como verdadeiros deuses.

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  6. "Todo homem precisa de duas coisas. A primeira é garantir o seu sustento e de sua família. A segunda, é de uma causa nobre pelo que lutar. Vocês devem namorar e casar com outros protestantes. O Brasil precisa de um avivamento reformado, evangélico, cristão de verdade. Só assim esse país vai pra frente. Se os socialistas dominam hoje, é por causa da maldita influência jesuíta. Se vocês se importam com este país, tenham 8, 9, 10 filhos e eduquem-nos como verdadeiros protestantes, capitalistas e conservadores. Quando forem bem sucedidos e vocês serão, terão um dever cívico: construam ou ajudem a construir igrejas evangélicas em cada cidade e esquina, onde se fale abertamente do cenário político do país. Igrejas conservadoras desde o pastor até o porteiro. Dêem dízimos pra construção de escolas, Batistas, Adventistas... Construam centros universitários se possível. Na guerra contra os soças, os protestantes devem estar na linha de frente, e não um estatista da CNBB. É o seu dever cívico para com esse país."

    Meu Pai, ontem.

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    1. Só não concordo com a parte do "8, 9, 10 filhos". Não acho que todo protestante tenha que ser um Mr. Catra.

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  7. Que livros e escritos sobre a igreja primitiva podemos ler?

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    1. Pode ler todos, aqui não existe "Index" de livros proibidos...

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  8. Qual sua opinião sobre o antinominianismo? John Nelson Darby era um?

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    1. Sou contra o antinomianismo por rejeitar a lei moral, mas até onde eu sei Darby não era um antinomianista, ele apenas rejeitava a lei cerimonial e civil, como Lutero também fazia.

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  9. Devemos rezar o Pai Nosso três vezes por dia como diz o Didaquê (pelo menos a versão traduzida que eu li)?

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    1. Algumas igrejas protestantes (presbiterianos) rezam o Pai Nosso durante seus cultos. Eu, particularmente, não vejo nenhum problema nisso não. Inclusive sou da opinião que até o credo apostólico também deveria ser recitado como parte da liturgia, apesar dar uma conotação romana.

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    2. É desnecessário. O que é importante é orar três vezes por dia, como fazia Daniel e os judeus em geral, e como parece que foi copiado pela Igreja também; o Pai Nosso pode servir de modelo, mas não é simplesmente repetir aquelas palavras em menos de 30 segundos três vezes ao dia e pronto, como se o nosso relacionamento com Deus se limitasse a isso. E acredito que a Didaquê nessa parte do Pai Nosso não está falando para simplesmente repetirmos aquelas palavras, não é isso que diz, mas sim "ore assim", ou seja, "seguindo esse modelo", "desse jeito".

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    3. Mas Lucas, você não concordas que o Pai Nosso ou o Credo apostólico podem ser ditos como uma afirmação de nossa fé e não somente repetir por repetir? Deixa eu explicar: Diariamente dizemos aos nossos cônjuges ou nossos filhos que os amamos sem que isso seja uma ladainha inútil, por que não podemos afirmar periodicamente que o Senhor é o meu pastor e nada me faltará? Porque possui uma conotação católico-romana? No sermão da montanha Jesus deixa claro ser contra as VÃS repetições. Na visão de Isaias havia serafins REPETINDO Santo, Santo, Santo é o Senhor toda terra está cheia de sua glória. O problema, na minha opinião, é dá uma conotação mágica, esotérica ou fazer da repetição um amuleto, uma espécie de "inseticida" contra o mal. Sou da tese (que pode estar errada) que devemos afirmar verbalmente (e/ou repetir) a Palavra de Deus. Se não fizer bem, acredito que mal não fará. Obrigado. Deus lhe abençoe amigo.

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    4. Sim, mas trabalhando dentro da própria analogia que você propôs, de nós falarmos com nossos familiares certas “ladainhas inúteis”, nós fazemos isso com uma frase ou expressão, como por exemplo “eu te amo”, e não uma oração inteira, e muito menos uma oração inteira repetida várias vezes, como os católicos fazem. Se nós devemos nos relacionar com Deus de forma livre, íntima e pessoal como fazemos com as pessoas mais próximas a nós, não seria admissível uma repetição desse tipo.

      Eu confesso que certas coisas nas minhas orações são repetidas do dia anterior, frases prontas, mas nunca mais do que um ou outro apontamento, não a oração inteira, ou senão perderia o próprio sentido da oração e estaríamos tratando Deus como se fosse uma máquina ou um robô, em vez de um ser pessoal e próximo. Quanto mais conseguirmos nos livrar da “parte robótica” das orações, melhor (o que não significa que um pouco de repetição seja algo errado ou pecaminoso, ainda mais para quem ainda é novo na fé e nem sabe como orar direito e precisa de um “ponto de partida”, algo mais “pronto”, para ir desenvolvendo melhor com o tempo enquanto vai ganhando maturidade na fé).

      No nosso dia a dia com as pessoas, 99% é espontaneidade e 1% são frases prontas e coisas repetitivas e “robóticas”, e ninguém jamais suportaria a convivência com uma pessoa que fosse 100% repetitiva, e ainda repetisse sua própria repetição... seria impossível manter qualquer relacionamento ou empatia com uma pessoa desse tipo. Uma vez que Deus deve estar mais próximo de nós do que qualquer outra pessoa, também há a necessidade de sermos “pessoais” com Ele (o que os católicos não fazem porque não tem o conceito do “livre acesso”, mas terceirizam a função com os padres e os “santos”, por isso tem uma relação tão fria e distante com Deus através de rezas robóticas e mantras).

      Abs!

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  10. Ótimo artigo.

    O argumento da infalibilidade só faria sentido e funcionaria se cada membro da igreja "certa" fosse individualmente infalível. Assim todos os verdadeiros fiéis teriam sempre as mesmas posições com o mesmo grau de precisão e interpretariam uns aos outros de forma uniforme. Se o papa fosse infalível, isso resolve o problema apenas dele, dado o fato de que os demais ainda teriam que interpretar falivelmente o papa infalível.

    No entanto, certeza epistemica foi algo que Deus não nos deu. No caso da IÇAR a coisa é ainda pior, pois tal igreja não produz o suficiente para guiar seus fiéis. Ninguém sabe exatamente quais declarações são infalíveis, cabendo ao julgamento falível do fiel essa árdua tarefa.

    Como você bem disse, a opinião do papa é só mais uma. É apenas mais um julgamento privado que na maioria das vezes carece de fundamento. No fim do dia, todos somos protestantes. O paradigma católico é inaplicável, sendo o livre exame o único paradigma aceitável.

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    1. Ótimas observações Bruno, como sempre. Abs!

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  11. Lucas qual a sua opinião sobre os EUA? Você citou no outro post o fato deles terem um conservadorismo autêntico,protestante,diferente do Brasil onde o conservadorismo é dominado por saudosistas da monarquia,do catolicismo romano e da ditadura militar,e admiro os EUA por terem sido o local onde o protestantismo floresceu,já que se não imigrassem para Treze Colônias poderiam ser mortos na Inglaterra,eu estava lendo o "Dicionário do Movimento Pentecostal" de Isael de Araújo,onde ele afirma que durante o avivamento Pentecostal da Rua Azuza,em Los Angeles,ocorrido no ano de 1905,época de segregação racial,a igreja pastoreada por William Seymour, era uma igreja negra,mas ainda assim acolhia muito bem os irmãos brancos e os hispânicos que começavam a imigrar,ou seja,o amor de Cristo nesse caso superou as diferencas raciais, no entanto sou bem crítico ao rumo que o país tomou a partir dos anos 60,onde foi popularizado o uso de drogas,o "amor livre",qual a sua explicação para isso ter florescido em um país protestante?

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  12. E sobre William Seymour, eu li que ele se relacionava bem com Charles Fox Parham,um dos pioneiros do movimento pentecostes, sendo inclusive aluno deste, apesar de ter que sentar do lado de fora da sala,já que as leis Jim Crow também eram aplicadas às instituições cristãs,eu já li acusações de que Parham teria sido racista e membro da KKK,além de ser sodomita,já que chegou a ser preso por essa acusação,mas eu li que nada foi provado contra ele,e qual a sua opinião sobre o papel de Parham na construção do pentecostalismo? Você lê muito sobre o pentecostalismo,ou prefere os protestantes históricos?

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    1. Para ser honesto, embora eu seja pentecostal, não me interesso quase nada pela história do pentecostalismo. Não porque ele seja ruim, mas porque não teve que passar por perseguições, não teve uma história de luta, quando surgiu já surgiu em um país protestante com liberdade assegurada por lei, etc. Eu me atraio mais pelos movimentos iniciais da Reforma, ainda que doutrinariamente seja mais pentecostal. Quanto a Parham, a acusação é de que ele teria simpatias pela KKK antes da conversão, e não depois. Mas nunca li nada dele para comentar algo a respeito de seus escritos.

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  13. Lucas,e na sua opinião achas que o pentecostalismo foi importante no combate ao racismo nos EUA? Pelo que eu li,o próprio William Seymour, que não era um ativista como foi o pastor batista Martin Luther King, mas já era bem crítico da segregação racial,e eu noto uma forte influência africana em determinados pontos da liturgia pentecostal,você tem muitos artigos publicados sobre o pentecostalismo?

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    1. Não tenho, mas gostaria de saber quais são essas "influências africanas", você se refere a que especificamente? Abs.

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  14. Vc prefere a Bíblia de Estudo da Reforma ou a Thompson?

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    1. Deixa eu complementar a pergunta pra vc entender melhor...eu pretendo ler a Bíblia inteira, mas uma Bíblia de estudo. Eu nunca li a Bíblia toda, eu tenho aqui em casa a Aplicação Pessoal e li bastante, mas ela é bem devocional. Eu gostaria de estudar com uma destas duas que citei acima, pois foram as que mais me chamaram a atenção quando comecei a pesquisar. Qual vc acha melhor eu comprar?

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    2. Desculpa mandar de novo...mas é que eu não sei se vc esqueceu de me responder ou se ainda vai me enviar a resposta aqui

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    3. Olha, sinceramente, as duas são bem conceituadas, então não acho que você vá se decepcionar com qualquer uma delas ou que haja um desnível entre ambas. Particularmente eu iria pela Thompson por ser mais clássica, com mais referências arqueológicas, devocionais e profecias cumpridas na história, ou seja, não é apenas um "comentário bíblico". Mas se eu posso aconselhá-lo, eu preferiria que você pela primeira vez lesse o NT inteiro sem notas de rodapé, porque embora elas possam ser bastante úteis, elas também podem condicionar o leitor de modo a interpretar o que está lendo da forma que a nota indica, em vez de formar suas próprias convicções (ou seja, acaba "viciando" o leitor a pensar da forma "x" em vez de uma maneira livre e totalmente não-tendenciosa). Depois de ler o NT inteiro algumas vezes (e isso não é difícil, é possível lê-lo inteiro em apenas um dia) e formar suas próprias opiniões sem influências externas, aí sim eu recomendaria buscar essas referências, porque elas serviriam apenas para ajudar a alguém que já está maduro e com personalidade própria a respeito dos ensinos bíblicos, em vez de condicioná-lo, que é um risco que os mais novos correm.

      Abs!

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    4. "Mas se eu posso aconselhá-lo, eu preferiria que você pela primeira vez lesse o NT inteiro sem notas de rodapé"

      Ok, vou seguir seu conselho e depois ler a Thompson. Obrigado!

      Abs

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  15. E por que achas que o pentecostalismo nos últimos anos cresceu mais que os protestantes históricos no Brasil?A maior igreja do Brasil é a Assembléia de Deus,uma igreja pentecostal,nos EUA,a maior é a Batista https://en.wikipedia.org/wiki/Christianity_in_the_United_States#Protestantism,apesar do pentecostalismo também ser bastante expressivo por lá,mas na Europa e em outros países de tradição protestante como as antigas colônias britânicas:Austrália,Canadá,etc,ele não é tão expressivo,por que achas que ele alcança uma maior expressividade no Brasil?

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    1. O pentecostalismo cresce mais nos países de terceiro mundo porque, em geral, as pessoas mais pobres têm mais interesse em ter uma forma de contato mais pessoal e direto com Deus do que os mais ricos, que talvez por serem mais conformistas dão prioridade ao ensino (no que as igrejas tradicionais são incomparavelmente mais fortes). E isso não é uma crítica e nem um julgamento a nenhum dos dois, pelo contrário, eu concordo que por vezes os pentecostais exageram nesse aspecto do espiritualismo e acabam "esquentando" demais, da mesma forma que sei que nem todo tradicional é “frio”, mas você pode observar que mesmo no Brasil os mais ricos são presbiterianos, luteranos, anglicanos, etc, e os mais pobres via de regra são pentecostais e neopentecostais. Por isso até criou-se a paródia do "Não há presbiteriano pobre", que embora seja obviamente um exagero, expressa um fundo de verdade. E por isso na Europa, onde quase todo mundo é rico, o pentecostalismo é tão pouco atraente.

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  16. Resumindo: Se o magistério infalível ou papa disserem algo, está correto, irrefutável, objetivo, inquestionável, ... Mas se o protestantismo afirmar algo aí passa a ser subjetivo, refutável, questionável...
    Ave Maria! Quanta falta de raciocínio :(

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  17. Excelente artigo. Concordo com você Lucas. Se existisse um suposto magistério infalível instituído por Cristo ou pelos apóstolos não haveria necessidade de todos esses concílios universais bastaria consultar (e acatar) tudo que foi determinado. A finalidade da idéia de magistério infalível foi (e é) querer sobressair sobre os demais mostrando uma autoridade que não possui.

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  18. LUCAAAAAS, você está a par do famigerado, terrível, escabroso, OLAVOGATE? O escândalo envolvendo Olavo de Carvalho? MEEU DEEEUUS!

    Já a muito tempo, nosso astrólogo preferido vem sendo atacado pelos seus ex-amigos, que são muitos, já que ele não consegue manter boas relações com ninguém por muito tempo. Mas o estopim que todos tem falado ultimamente foi o da carta aberta que sua filha, Heloísa de Carvalho Arribas, postou no facebook. A história é cabeludíssima e quando se procura mais sobre o "filósofo" na internet, a coisa começa a ficar estarrecedora. Vamos fazer um resumo: TODOS SABEM MAS PREFEREM NÃO VER QUE OLAVO DE CARVALHO É DESEQUILIBRADO, BOCA-SUJA, FANÁTICO, PSICÓTICO E MENTALMENTE PERTURBADO. Inconstante, lunático, instável, sectário, que não mantém amizades, enfim... Todos vêem isso. O que poucos sabem é que Olavo já teve duas esposas ao mesmo tempo, quando era líder de uma seita islâmica (chamada Tariqa) e vivia em surubas. Olavo era astrólogo, e todos sabem. O que pouca gente sabe é que ele também era feiticeiro e fazia rituais sinistríssimos que envolviam inclusive animais e... Advinha!: Fetos abortados! Ele briga com todos, como o Rodrigo Constantino, o Reinaldo Azevedo, e agora, o Daniel Aragão, que o ajudou a gravar seu filme NEW AGE, GNÓSTICO, OCULTISTA E PANTEÍSTA, 'O Jardim das Aflições'. Segundo a tal Heloísa, quando Olavo briga, fica desequilibrado, cego, fora de si, e xinga como um marinheiro bêbado, acompanhado de sua esposa IGUALMENTE boca-suja que é ainda mais grosseira e sem educação. Basta notar os palavrões que ela solta em conversas banais. Durante um de seus surtos, Heloísa de Carvalho disse que ele colocou uma arma na cabeça dos próprios filhos.

    Fato é que Olavo (também conhecido como Sidi Mohammad Ibrahim, em sua Tariqah de Frithjof Schuon - uma comunidade islâmica que Olavo afirmou que era "aberta a todas as religiões" mas nunca explicou a procedência de seu nome quando nela -, ou Faraó de Pinheiros, devido ao famoso episódio em que tentou transmigrar de seu corpo para outro utilizando-se de um modelo de barca egípcia para tal intento) é um sujeito cujo passado é mais sujo que pau de galinheiro. Já foi internado em clínica psiquiátrica, tendo como amigo de internação o jornalista Renato Pompeu que detalha a história de Olavo relembrando as várias seitas por quais ele passou, as sete esposas que teve, entre outras aventuras... Além de ter escrito um manifesto da Associação Brasileira de Astrólogos, ele mesmo fundou a Escola Jupiter, onde ensinava suas mutretas. Ainda hoje existem os registros nos quais o astrólogo ensina como curar dor de cabeça "olhando no olhos de um gato de tal maneira que a luz ilumine o interior do olhos, que parece uma lua..."

    Macumba, surubas, feitiçaria com animais e até com os já conhecidos fetos abortados os quais ele afirmou estarem nas garrafas de Pepsi, hospício e tratamentos psiquiátricos... E NO MEIO DE TANTA MERDA, ATÉ O CU O VELHO JÁ DEU... Dizem...

    Mas um ídolo se vai...

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    1. O que chamou atenção e que já tinha lido em outros lugares é que ele tem ou tinha muito apreço a fé islâmica e hoje os que mais combatem os muçulmanos, no Brasil, são justamente seus alunos.

      O negócio da barraquinha que derrubaram esfihas eram obra de seus alunos e também dos que não querem que os imigrantes sírios venham pra cá justamente por professar a fé islâmica.

      Hoje em dia ele da graças a Deus pelas cruzadas pq afastou de vez os muçulmanos da Europa, na época. O cara é muito confuso.

      Outra mudança dele diz respeito ao protestantismo e a democracia norte americana. Hj é um fanático do catolicismo romano, que diz que quer voltar a época da Idade Média e restaurar o sistema dos países ibéricos (Espanha e Portugal).

      Como alguém que muda de ideia como muda de roupa pode ter tantos seguidores assim? As pessoas não tem senso crítico? Não olham o histórico, nem nada?

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    2. Avacalharam com o olavo

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    3. Olha a defesa do Olavo

      "A VEJA, Carvalho afirma que ela não apresenta provas do que publicou em sua “Carta Aberta a um Pai”, que seus demais filhos, irmãos de Heloisa, já o procuraram para manifestar solidariedade e a desmentiram publicamente, por meio de redes sociais.

      “Ela me acusa de ter ameaçado os meus filhos com um revólver na mão. E eles dizem que isso não aconteceu. É muito simples, ela tem sete irmãos, nenhum dos sete confirma o que ela está dizendo. Então é o crime sem vítima. Esse é um primeiro detalhe. Se houve um crime, há uma vítima, há um corpo de delito, então cadê a vítima? Isso nunca aconteceu, uma [filha] falou: ‘eu nunca fui ameaçada nem com chinelo na mão’”, diz Olavo de Carvalho, para quem Heloisa Arribas “não está boa da cabeça”.

      A respeito da outra acusação no texto de Heloisa, o filósofo afirma que sequer sabia do suposto caso de abuso sexual contra sua filha. “Se ela sofreu um abuso sexual aos nove anos, quem foi o criminoso? Quem abusou dela? Por que ela não dá o nome? Ela acoberta o criminoso e vem acusar o pai quase 40 anos depois. Uma coisa que eu realmente não sabia. É um negócio totalmente sem provas, sem testemunha, sem coisa nenhuma, sem base nenhuma”.

      Olavo de Carvalho relata ter tido pouco contato com Heloisa Arribas desde que se mudou para os Estados Unidos, há doze anos. “A última vez que eu encontrei, em pessoa, foi no dia em que eu parti para os Estados Unidos, em maio de 2005. Nesse ínterim, ela só teve contato comigo por telefone, rarissimamente”, diz ele, que conta ter indicado um psiquiatra à filha quando ela se queixou de problemas psicológicos e também tê-la auxiliado financeiramente.

      Em 2016, segundo o filósofo, ele enviou a Heloisa 100.000 reais. “Eu fui mandando de dois [mil] em dois [mil], mas chegou uma hora ela falou: ‘estou com uma oportunidade de um negócio, eu vou entrar, preciso de um capital’. Mandei 60.000 de uma vez. Somando tudo deu 100.000”, afirma Carvalho, que completa: “não adianta dizer que é ressentimento de infância, porque o ressentimento até uns meses atrás não existia”.

      Ele atribuiu as acusações da filha ao fato de ela não ter sido incluída no filme Jardim das Aflições, que trata da vida e da obra de Olavo de Carvalho. Além disso, para Carvalho, Heloisa Arribas tem sido influenciada pelos irmãos Jorge e Carlos Velasco, que mantêm o blog Prometheo Liberto. “O ressentimento apareceu quando estreou o filme Jardim das Aflições. Ela telefonou ofendidíssima, porque meus filhos estavam todos participando do filme e ela não. Em seguida, começou a exigir que eu desse não sei quantas entradas gratuitas para a estreia do filme. Eu disse ‘olha eu não tenho controle nenhum desse negócio, nem sei como é isso’. Mandei ela falar com o Josias Teófilo, Josias deu as entradas que ela queria. Ainda assim isso não a satisfez”, relata."

      Eu queria saber onde ta a parte que o OLAVO JA DEU O CU!!!!!!

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    4. Olha o nando moura defendendo o olavo ai

      https://youtu.be/mEEeTmQ_JOs

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    5. Lucas, sobre o sr Olavo de Carvalho sou da opinião que esse cidadão possui um misto de talento e insensatez, e ultimamente sua insensatez tem o levado a decadência e me parece que ele não vem sabendo lidar com isso e reage com agressões com qualquer pessoa. Como cristãos, devemos lamentar a decadência de qualquer pessoa, principalmente se for moral ou espiritual. Que Deus tenha misericórdia dele o salve.

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    6. Muita gente falando do Olavo, então decidi manifestar minha opinião sobre isso tudo em um artigo à parte:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2017/09/o-que-ha-de-errado-com-olavo-de-carvalho.html

      Abs.

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  19. Dizer que todo protestante é subjetivista ou relativista porque ler e interpreta a Bíblia... é uma das afirmações mais espúrias que eu já vi. Isto é, se o protestante ler o Novo Testamento e interpretar que Cristo ressuscitou. Também será o quê? Uma interpretação subjetiva? Não será uma interpretação verdadeira? Isso só para vc ver a "lógica" dessa afirmação. Aí eu te pergunto, caro papista [caso haja algum aqui], quando o Papa apresenta um dogma, vc não tem que interpretar esse dogma? E quando vc interpretar não será SUA interpretação subjetiva? Ou seja, no final das contas os apologistas católicos [Cris macabeus, Padre Paulo Ricardo entre outros] terão que interpretar tal dogma e passar A SUA interpretação subjetiva para os demais papistas mais incautos e ignorantes do que eles. Enfim, é uma afirmação auto-refutante que aloca eles mesmos contra a parede.



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    1. O catolicismo é muito dividido com relação aos dogmas. Cada um da a sua interpretação pessoal e subjetiva sobre esses dogmas.

      Na infabilidade papal é onde tem a maior divergência, atualmente. Os tridentinos argumentam que o Papa somente é infalível em questão de fé e moral e se estiver defendendo uma verdade antiga. Dizem que o concílio do vaticano 2 não é dessa natureza, portanto não é obrigatório, é apenas opcional. Uma recomendação.

      Outros falam que o Papa é o líder máximo da Igreja, então tudo o que ele ordena é para ser obedecido, até mesmo esse concílio.

      E tem também os sedevacantistas, que além de não aceitar o concílio, não reconhecem nem o Papa. E essa subjetividade deles não foi condenada. Continuam sendo aceitos como católicos.

      Outra subjetividade tem relação histórica e algo ligado a isso que o Lucas Banzoli escreveu no texto:

      "Ário só se tornou herege após o Concílio de Niceia? Antes disso, não havia nenhuma “definição infalível”, nem mesmo no conceito católico do termo. Portanto, até Niceia essa questão seria puramente subjetiva para os católicos, não havendo qualquer heresia em se negar a divindade de Cristo, e só depois disso é que se tornou certo e objetivo dizer que Jesus é Deus. Se isso não é o supra-sumo do relativismo, eu não sei mais o que é."

      Então, alguns católicos mais tradicionalistas (tridentinos e grupo montfort) dizem que os concílios servem para preservar a uma doutrina antiga - defender uma verdade antiga.

      Outros católicos falam que os dogmas servem para defender uma nova verdade que foi ensinada pela Igreja.

      Como pode ter divergência em relação a isso? A pessoa não sabe se nos séculos anteriores essas crenças eram defendidas pela igreja? Quer mais subjetividade que isso? Subjetividade histórica. Todo católico adora um revisionismo. Com inquisição, Cruzadas e até com dogmas católicos.

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    2. Pois é! Realmente houve mudança na doutrina da ICAR como podemos ver nesse artigo do Lucas Banzoli:

      *"Afinal: Há salvação fora da Igreja Católica?"*

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2015/12/afinal-ha-salvacao-fora-da-igreja.html





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    3. Nesse texto trata do concílio do vaticano 2. Vi uma briga de dois grupos sobre esse tema. Conceito de Igreja para o site Veritatis e o conceito de Igreja para o grupo Montfort

      http://www.veritatis.com.br/montfort-mais-uma-vez-distorce-o-concilio-vaticano-ii-sobre-o-qsubsistitq-e-a-definicao-de-qigrejaq/

      Sobre subjetividade, o último vídeo do Conde trata sobre a apostasia do Clero católico.

      Até onde eu sei, somente quem pode condenar uma apostasia é o clero a um leigo e não os leigos ao clero, a não ser que o Papa excomungue tal clero.

      Lutero protestou contra a Aposatia da Igreja Católica. Ele faz o mesmo. O gorducho virou "protestante" rs

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    4. Vale lembrar que, segundo os próprios apologistas católicos como Dave Armstrong, a Igreja Romana só tem uma "interpretação oficial" de SETE versículos da Bíblia. O resto seria "subjetivismo" e "livre exame", se levarmos em conta o conceito católico a este respeito. Dois católicos não podem interpretar o Apocalipse ao mesmo tempo sem bater cabeça. E até mesmo em relação às questões de direito canônico eles são ferrenhamente contraditórios, basta ver que enquanto uns chamam o papa Francisco de "herege", "antipapa", "falso profeta" e o detonam sem parar (como o Olavo e sua turma, por exemplo), outros como a Montfort chegam ao extremo de dizer que mesmo se um papa fosse flagrantemente um herege, ele ainda assim não poderia ser deposto de sua condição de Sumo Pontífice e teria que ser obedecido como papa em toda a sua autoridade.

      No fim das contas, eles não são "objetivos" nem no que se refere à Bíblia, e nem nas polêmicas do próprio magistério. Talvez o exemplo mais icônico seja aqueles vários casos em que alguém do Vaticano tem que “corrigir” o papa, “explicando” o “correto sentido” de alguma declaração sua (o que tem acontecido rotineiramente com Jorge Bergoglio). Eles inventam o cargo de papa para ser o “supremo intérprete”, mas depois alguém tem que interpretar o que o papa diz...

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  20. Lucas, e tiver conhecimento para responder: é antibíblico que os antigos israelitas tenham crido que Deus tem uma esposa (Aserá)?

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    1. Totalmente sem pé nem cabeça essa tese. Aserá era uma deusa pagã de outros povos, não tem nada a ver com Israel nem com Jeová. Se bem que para os católicos não deve ser tão estranho assim, já que eles acreditam que Maria é a "esposa do Espírito Santo", que é Deus...

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    2. A Maria idoltrada pelos católicos, segundo alguns estudiosos, é a deusa Aserá.

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    3. Achei surpreendente um vídeo do dr Rodrigo Silva mostrando um ídolo pagão (uma deusa com uma criança) que é uma cópia exata de Maria com menino Jesus!

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    4. O vídeo é: .
      https://m.youtube.com/watch?v=sV_ejuNTotY.
      No minuto 12,45seg

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  21. Olha isso Lucas. O que acha?

    https://www.youtube.com/watch?v=iWMmmC5x6MY

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    1. Desrespeito total para com o culto a Deus, abominável, para dizer pouco. Já havia denunciado essa aberração neste artigo antigo em que passo um vídeo no final (parecido com esse, só que maior) ilustrando o ponto:

      http://apologiacrista.com/o-dom-de-linguas-uma-analise-de-1-corintios-14

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  22. Lucas veja esse video de 2 minutos que é de um livro que será lançado sobre a reforma da editora evangélica Vida Nova. Parece ser polêmico.

    https://youtu.be/e5r4tOEoADY

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    1. Não dá pra comentar sobre um livro que nem saiu ainda, mas enfim, polêmico deve ser.

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  23. lucas, o que voce acha da telologia da missão integral? Eu acho que é marxismo/esquerdismo/progressismo/comunismo disfarçado.
    Ja vi em outro texto teu que tu acreditas que o comunismo é a besta do apcalipse, também sempre suspeitei disso. Se for isso mesmo, a missao integral é algo bem demoniaco. o que achas?

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    1. Muita gente diz que a Missão Integral é comunista, porque alguns de seus maiores ícones são abertamente comunistas (Ariosvaldo Ramos, por exemplo). Por outro lado, assisti uma palestra do René Padilla, o criador da Missão Integral, onde praticamente ele passava uma hora inteira negando que a Missão Integral seja marxista, e que isso é uma coisa que os outros usam para atacar a Missão Integral. Enfim, pra mim os princípios da Missão Integral em si estão certos, o problema é se ela é apenas uma fachada para a infiltração de teólogos marxistas travestidos de uma "carinha cristã", como é o caso da Teologia da Libertação que alguns apontam como o análogo católico à Missão Integral protestante (embora, repito, os da TMI irão negar isso).

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    2. Ariovaldo Ramos é o maior expoente da TMI, e como dizes é abertamente comunista, os principios podem nao ser ruins, mas esse movimento é uma brecha para infiltração e é justamnete isso que vejo que tem acontecido. Vejo muitos supostos cristãos defendendo aborto e homossexualismo e até ideologia de gênero, quando vou investigar o cidadão geralmente verifico que se trata de um adepto da TMI e esquerdista.

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  24. A questão é simples, protestante não podem interpretar pela simples razão de que as Escrituras são o calcanhar de Aquiles da religião romana, logo, a velha falácia que somos subjetivos na interpretação é de extrema importância a eles. Por que será que só o chefe da igreja pode interpretar? Pelo simples fato dele ser ou dever ser totalmente subordinado ao catecismo e dos dogmas católicos pois a partir do momento que até mesmo o papa tratar as Escrituras com seriedade e devido respeito o próprio veria que um de opõe ao outro.
    Ótimo artigo como sempre!

    Deixa eu lhe perguntar: você conhece ou leu algo sobre Reinold Neibuhr?
    Ele como protestante parece ter um opinião meio suspeita a respeito da igreja não dever ser pacífica e ter que agir de maneira anti cristã para que o bem ocorra.
    Acho contraditório.

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    1. Concordo. Como a Bíblia não endossa o catolicismo, qualquer um que queira interpreta-la será taxado como relativista e subjetivista.

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    2. Eu sou contra qualquer ideologia de violência e de "o fim justifica os meios". Pra mim a guerra deve ser feita em última instância, geralmente em legítima defesa, e não como algo banal, como infelizmente os cristãos acabaram se envolvendo ao longo dos séculos em vários lugares, muitas vezes até lutando entre si. Mas dizer que se tenha que agir de maneira anticristã para que o bem ocorra é um absurdo e um contrassenso, pois seria o mesmo que dizer que agindo de maneira cristã não poderíamos fazer o bem, e neste caso o problema estaria na própria ética cristã, como se Jesus e os apóstolos tivessem ensinado princípios errados. Então também acho contraditório.

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  25. Lucas tá sabendo que a ICAR tá cada vez mais subjetivista, tanto é que a CNBB já aderiu o conceito homossexual e o marxismo como normal...além da PUC que já aderiu a ideologia de genero, ou seja, ela tá cada vez mais se autodestruindo.Os valores da ICAR estar se diluindo, desmoronando,já estou comparando o clero da época renascentista que destruíram os valores morais e ético, não acha Lucas?Deus te abençoe.

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    1. Concordo. Isso me lembrou algumas coisas...

      https://www.dsj.org/cultural-ministries/catholic-lgbt-ministry-council/

      https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/no-rn-bispo-diz-que-homossexualidade-e-dom-de-deus-e-gera-polemica-entre-fieis.ghtml

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  26. A moda de usar frases como, "argumento circular", "bater em espantalho", e "desonestidade intelectual", já está enfraquecendo, caindo em desuso e enchendo o saco.


    Agora estão arrumando mais algumas: subjetivista e relativista.

    tisc tisc tisc

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    1. Está sendo cada vez mais difícil inventar novas modas...

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  27. Acho que o maior touché nesse caso que se poderia dar é colocar o Católico na parede e fazer ele lidar com seu próprio argumento, eu fiz isso com o Conde e ele ficou puto, eu fiquei perguntando para ele como ele combateria um papa como o atual sendo que ele como leigo não tem legitimidade para tal.

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    1. Exato, se apenas uma autoridade infalível pudesse expressar a verdade objetivamente, então ele como leigo falível jamais poderia levantar palavra contra ninguém, muito menos contra o papa...

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  28. Bom..., mudando de assunto e falando de algo que está em pauta essas últimas semanas:
    Inquirir a arte: A questão da arte não é a nudez.
    Gosta-se da arte cujo tema é nudez.
    Nós seres-humanos apreciamos milenarmente a arte de nudez clássica.
    Seja foto
    Pintura de Renoir
    Filme
    Desenho
    HQ de Milo Manara
    Arte grega
    Pintura clássica do Renascimento
    Performance
    Capela Sistina
    Peça de teatro
    A esquerdalha — Kitsch, baranga, petista, psolista, cafona, de mau gosto, bregona, e jornalistas-supostos-moderninhos querem desviar de assunto e dizer, afirmar que se está contra a nudez: Não. Isso é para nos tachar e, também, tachar o brilhante e avançado MBL. O corpo nu é belo, como pôr-do-sol.
    1.
    O problema é a picaretagem. O engana-trouxa. O lixo de certa suposta pseudoarte contemporânea, quando é de real mau gosto. Pornografia em vez de arte: consumo de lixo. E é disso que se trata quem se posicionou contra aqueles 2 lixaços: parte da exposição de Porto Alegre & em bloco a do MAM.
    2.
    A outra questão é usar nosso imposto para financiar picaretagem, embuste, vigarice mesmo com a normativa do MAM (mesmo sendo um espaço de autoridade artística e acadêmica).
    É como pichação: nunca foi arte. É puro engana-trouxa, diferente do graffiti.
    E pelo menos o MBL é pragmático, empírico, vai para rua antagonizar.

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  29. Lucas, 2 tessalonicenses 2:15 serve de base para sustentar a tradição romanista que os católicos afirmam?

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    1. Lógico que não, o Alon já refutou isso aqui:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2015/09/paulo-e-as-tradicoes-do-catolicismo.html

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  30. Lucas uma pessoa que é unicista você acha que perde a salvação? já que a doutrina trinitária é um dos princípios elementares para nossa salvação.Abs!

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    1. Não sou Deus pra saber quem perde a salvação e quem não perde, a salvação é uma questão individual, por mim mesmo eu não condenaria nem um índio ao inferno, mas concordo que a trindade é uma doutrina elementar.

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