26 de fevereiro de 2016

Dissertação sobre o "Tratado de Devoção à Virgem Maria"


Um leitor chamado André Barros me passou um ótimo documento em que ele expõe a idolatria descarada do “Tratado de Devoção da Virgem Maria”, de “São” Luís de Montfort, que, como o próprio André comenta na dissertação sobre o Tratado, é “tão bem aceito entre modernistas e tradicionalistas passando por ambos os crivos e saindo ileso de críticas”. Trata-se de uma das obras mais famosas do catolicismo romano e também uma das mais recomendadas pelos clérigos da Igreja. Ou seja, não é um catoleigo qualquer falando alguma bobagem qualquer como na minha série dos zumbis tridentinos. E, todavia, o que é dito nesse Tratado supera de longe qualquer zumbi da série.

Sem mais delongas, segue abaixo o link de onde o arquivo em PDF pode ser baixado, onde André expõe e refuta a idolatria explícita deste “santo” católico a Maria:


Se alguém não conseguir baixar o arquivo no endereço acima, me envie um e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) que eu mando por anexo. 

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,


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26 comentários:

  1. Agora eu consigo...


    FIRST!

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  2. Caro Lucas, fico honrado pela publicação. Espero que depois dessa divulgação, meu irmãos católicos realmente abram os olhos contra este tratado! Defender a Igreja não é ficar xingando e batendo em aleijado (pentecostais semi-analfabetos que tentam debater e passam vergonha em grupos de Facebook), mas sim defender a Igreja dos erros que brotam DENTRO DELA! Quando eu tentei expor aos meus amigos e irmãos as nefastas considerações deste tratado, fui relativizado e minha crítica foi posta em descrédito. Talvez, agora, prestem mais atenção - já que a crítica vem de um protestante gabaritado e capaz, e não mais de um irmão católico qualquer.
    Peço também aos irmãos protestantes leitores deste blog que estudem este tratado e debatam (respeitosamente) com os irmãos católicos, com paciência e caridade - e sobretudo com pessoas que querem a verdade (e não vaidade). Garanto que há entre meus irmãos católicos honestidade e inteligência para tal (excluindo-se os outros 90% de repetidores).
    Um forte abraço, André Barros.
    .

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    1. Amém, André, obrigado pelo seu ótimo texto bastante esclarecedor.

      Deus lhe abençoe!

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    2. Obrigado pela contribuição André Barros,

      Parabenizo-lhe por sua honestidade intelectual, tendo em visto que produziu esse trabalho quando ainda era católico romano. Você expôs no extremado Afonso aquilo que é uma característica da mariologia católica: a utilização da linguagem e ideias ambíguas, mas que acabam elevando Maria ao status de Jesus Cristo. Quase tudo que é dito sobre Jesus, é atribuído à Maria. O a ideia da co-redenção, já crida por muitos católicos, é só o próximo passo desse processo.

      Apesar da Igreja Católica não afirmar que Maria deve ser adorada, ela a elevou tanto, que o efeito prático não pode ser outro: a piedade popular tem Maria como objeto de adoração. Não é raro ver pessoas mais devotas de Maria do que Jesus. Aquela cena do julgamento no filme Auto da Compadecida expressa bem essa realidade: enquanto Jesus é o duro juiz que está lá para condenar, Maria é a mãe misericordiosa que intercede e salva os pecadores do inferno. Essa piedade popular não é uma distorção da mariologia católica, é apenas o resultado prático dela.

      Nota-se também que Afonso de Maria Ligório é considerado doutor da Igreja e seu tratado obteve o nihil obstat. Se a Igreja Romana de fato condenasse a mariolatria, esse homem não seria considerado doutor, mas um herege. A mesma atitude é vista em relação à mariologia popular, não há condenação nem instrução dos fiéis a esse respeito.

      Você tem muito a contribuir. É de grande valia ter a visão de alguém que já foi católico, isso facilita o diálogo e a compreensão do outro lado, uma vez que eu ou o Lucas não nascemos em lares católicos.

      Deus o abençoe!

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    3. "Respostas cristãs", obrigado pela consideração! Grato e honrado!
      Maria (assim como os profetas e santos apóstolos) é figura de grande importância e honra na história do Cristianismo e da Igreja e, logo, deve ser honrada como tal. Apesar das pessoas que escrevem tratados como este achar que estão a agradá-la com tamanhos exageros e ambiguidades, na verdade estão desonrando-a! O papel de Maria em qualquer teologia cristã é sempre o mesmo: "fazei o que Ele vos disser!" - o que passar disso não é bem-vindo por ela.
      Eu sou católico, porém, não posso ser "romano" se "ser romano" é ser cúmplice de qualquer coisa que venha da cátedra de Roma em desconformidade com as Escrituras!
      Um forte abraço - para você e, de novo ao Lucas!
      Que Deus seja por todos nós!

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    4. Concordo inteiramente,

      Maria é um exemplo de fé que deve ser imitado por todos os cristãos.

      Só é lamentável que seu bom e exemplo seja usado para ensinar doutrinas que nem a própria Maria aprovaria.

      Deus o abençoe.

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  3. Lucas, comprar jogos piratas de Playstation ou Xbox é pecado? E baixar e gravar no CD é pecado?
    Caso a resposta seja positiva para as duas perguntas acima, e quem é pobre? Como faz? Já que um jogo de playstation 3 não sai por menos de 50R$... Fica sem?

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    1. Pode ser pecado, mas eu acho que Deus entende e releva quando a pessoa é pobre e não tem condições financeiras para comprar. Não acho que ele vá mandar para o fogo do inferno alguém só por ter baixado um jogo na internet, ainda que isso possa ser pecado. Veja também esse vídeo do Clarion sobre o tema:

      https://www.youtube.com/watch?v=KQZ-gHQBFbs

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  4. "Folheando" um livro de comentário judeu ao Novo Testamento, achei uma coisa interessante: do ponto de vista judeu, Jesus claramente concedeu autoridade a Pedro:
    "(...) Em consequência de sua confissão, Yeshua faz de Kefa "shammash" ("comissário"; veja Rm 16:1N, Fl 1:1N, 1Tm 3:8-13) com as chaves, e dayan ("juiz"), que, como aquele que pode proibir e permitir, estabelece uma Halachá de nova aliança (veja 18:18-20&N)(...)" (STERN, David. Comentário Judaico do Novo Testamento. Atos: São Paulo. 2008. p. 81)
    Para o desgosto protestante

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    1. Sério mesmo que você pega uma citação de um judeu que diz tudo aquilo que os evangélicos já sabem e tenta usar contra nós?

      Sério mesmo que ele disse que Pedro ganhou as chaves? Qual crente nega isso?

      Sério mesmo que você desconhece o fato de que TODOS os outros discípulos também tinham as chaves, o que é garantido em Mateus 18:18, o MESMO texto que esses judeus apontaram eu seu comentário do texto na parte em que dizem: (veja 18:18-20&N), e que você cortou descaradamente?

      Sério mesmo que, ainda que este judeu estivesse dizendo qualquer novidade, o que UM judeu fala você toma como sendo o pensamento de TODOS os judeus, ou do ponto de vista judaico como um todo?

      Sério mesmo que você pode ser tão burro?

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  5. Lucas o que é fé sobrenatural? qual a diferença entre a fé natural da sobrenatural?
    Fé é sempre algo relacionado com bençãos? Se sou curado é porque tenho fé e se não sou é porque tenho pouca fé? Afinal, a fé da pessoa determina sempre a cura?

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    1. Não, você pode não ser curado simplesmente porque Deus não quer que você seja curado por alguma razão. A ideia de que o crente tem que ser sempre curado e que se não for curado é falta de fé é herética, eu já refutei isso em meu livro "Chamados para Crer e Sofrer". Sobre a fé, eu não vejo distinção entre "fé natural" e "fé sobrenatural", mas eu até entendo quem faz essa distinção, creio que é porque a Bíblia diz que certas pessoas tem o DOM DA FÉ, que é algo diferente da fé comum, mas eu entendo que ambos os tipos de fé são "sobrenaturais" por virem de Deus e não produzidos por nós mesmos. Mas de fato, quem tem o dom da fé pode exercer fé em medidas bem maiores do que aqueles que não possuem este dom, da mesma forma que quem tem dom de ensino prega melhor do que quem não tem, e da mesma forma que quem tem dom de cura vai curar mais gente do que quem não tem, e assim por diante.

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  6. Sob a ótica cristã, existe um padrão etário pro casamento?

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    1. Não há nenhum verso bíblico específico falando disso, mas levando em consideração o fato de que o cérebro está em desenvolvimento até os 23 anos, é RECOMENDÁVEL se casar depois disso, quando a pessoa já está mentalmente mais madura para tomar decisões desta magnitude, que pelo menos na perspectiva cristã não tem volta.

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  7. Todas as novelas da TV aberta são moralmente repudiáveis ou há alguma exceção a essa regra?

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    1. Novela brasileira é tudo lixo. A única novela moralmente tolerável, que eu gostava de assistir, era "A Feia mais Bela", mexicana. Isso porque era mais uma comédia romântica do que propriamente uma "novela" como estamos acostumados a ver. Em todo caso, as séries de TV americanas são um passatempo muito melhor do que as novelas brasileiras ou estrangeiras, em minha opinião.

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    2. E as novelas cristãs da Record?

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    3. A do rei Davi tinha até nudez, sem falar que eles adicionam milhares de coisas que não estão na Bíblia, desfigurando completamente a história real e acrescentando uma série de lendas. A dos Dez Mandamentos eu não assisti, por isso não posso comentar.

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    4. Há quem diga que a decadência moral que assola as novelas é um processo recente. Eu discordo desse raciocínio. Basta fazer uma breve viagem no tempo para perceber que as novelas do início dos anos 2000 já eram carregadas de condutas reprováveis praticadas pelas suas personagens, tais como: a visão do namoro como um lazer, e não uma preparação pro casamento; desentendimentos familiares, entre irmãos ou pais e filhos; destruição de casamentos vista como algo libertador; falsas amizades; desejo de vingança; agressão física decorrente de discussões; etc.

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    5. Se me permite comentar,as séries da record são realmente bem abaixo do nível ideal,mas,até que algumas ficaram razoavelmente boas como José do Egito. Com exceção da mini série rei Davi,que continha vários erros históricos.
      Novela,novela mesmo,só os dez mandamentos. E essa eu até recomendo.Um bom enredo,sem muitos erros históricos e sem nenhum tipo de nudez ou algo do gênero.

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  8. Não terás outros deuses diante de mim.
    Êxodo 20.3
    Essa passagem nos mostra que Deus nos quer diante dele, que Deus quer nos ouvir, sem a interferência de ninguém. No caso da Maria que o pessoal da ICAR ensina, é uma afronta ao mandamento acima. E também, todos os outros "santos".
    A Bíblia ensina que no céu, apenas Jesus Cristo intercede por nós junto ao Pai, juntamente com o Espírito Santo. Diz que Jesus é o único Mediador. Romanos 8.26 e Romanos 8.34 e 1° Timóteo 2.5.
    Quanto a Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo, nos revela a Bíblia: Hebreus 4.16 - O trono da graça está livre a nos esperar. Então, busquemos a Deus diretamente.

    A Bíblia está recheada de passagens que corroboram com a verdade de que podemos nos achegar a Deus diretamente, em nossas orações e ações.

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  9. Olá Lucas.

    De acordo com vários protestantes, o culto aos Santos foi introduzido na Igreja por Basílio de Cesaréia e por Gregório Nazianzeno no fim do século IV. Segundo o que você diz, não se deve prestar culto de nenhuma espécie a nenhuma imagem (principalmente por conta do que é dito em Êxodo 20).

    Gostaria de saber se você acha que a maioria esmagadora dos cristãos (senão todos) não conseguiram a salvação durante vários séculos? (mesmo se você considerar a consolidação do culto aos Santos em 843, com a excomunhão dos iconoclastas no 2° concílio de Niceia, seriam mais de 600 anos no erro até a chegada de Martinho Lutero)

    Agradeço se puder responder minha dúvida.

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    Respostas
    1. Se até entre os índios que adoram ídolos mudos e que jamais ouviram o evangelho na vida há possibilidade de salvação, quanto mais entre cristãos que seguem um evangelho deturpado. E a devoção aos santos não surgiu de repente da forma como existe hoje (essa mariolatria descarada), foi um processo gradual que levou ao estado atual, nenhum Pai da Igreja do século IV ou depois foi mariólatra como os teólogos católicos de data posterior e os mariólogos atuais. Sem falar que ser devoto de um santo, embora seja um erro em si mesmo, possui diferentes graus. A Igreja Ortodoxa, por exemplo, entende que o culto romano às imagens pende à idolatria e que a ICAR exalta exacerbadamente a figura de Maria, e se coloca como um intermediário entre o protestantismo e o romanismo nesta questão. E mesmo na Idade Média existiam grupos separatistas que não adotavam a doutrina do culto aos santos, como é o caso dos valdenses, dos morávios, dos wycliffistas, dos hussitas, etc.

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