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Mostrando postagens com o rótulo Aniquilamento dos ímpios

Esclarecendo dúvidas básicas sobre mortalismo e aniquilacionismo

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Uma coisa que percebo muito é que grande parte dos questionamentos que recebo sobre mortalismo e aniquilacionismo não é sobre “como refutar isso ou aquilo”, mas sim sobre dúvidas relacionadas a coisas bastante simples e até elementares. Se por um lado a doutrina imortalista é bem conhecida por todos, pois todos fomos doutrinados com ela desde a infância, por outro lado o mortalismo é pouco conhecido, e muitas vezes “refutado” por gente que sequer o conhece ou estudou sobre o assunto (o que muitas vezes implica em verdadeiros ataques a espantalhos).

Paulo Leitão refuta completamente o mortalismo de forma totalmente irrefutável (eu me rendo)

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(Paulo Leitão enquanto espera a sua alma imortal sair do corpo) Há poucos dias o grande apologista católico Paulo Leitão, o Porcão, comunista e petista de carteirinha (além de antissemita), postou um vídeo de 16 minutos mega extraordinário de seu programa na poderosa e influente “TV Potiguar”, onde destroça completamente o mortalismo (coitado de mim). Os argumentos foram tão destrutivos e irrefutáveis que eu joguei no lixo os meus três livros sobre o tema que somam mais de 1200 páginas, além de jogar no lixo também o livro do Bacchiocchi e o do Oscar Cullmann, afinal de contas nenhum deles chega perto da exegese brilhante do Porcão. Para quem quiser conferir esses argumentos maravilhosos, assista o vídeo abaixo, mas pule direto para o minuto 0:17, a não ser que você queira ser torturado com uma música católica:

Debate sobre imortalidade da alma (Lucas Banzoli vs Francisco Tourinho)

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O debate foi gravado em meados do mês passado, mas como o meu áudio ficou extremamente ruim e bastante incompreensível em algumas partes, eu decidi passar algumas semanas legendando as minhas falas antes de repostá-lo no meu canal no Youtube. É um debate exaustivo, com 3h 20m de duração, mas bastante agradável e respeitoso, vale a pena assistir: Algumas semanas após o debate eu fiz um vídeo de considerações sobre o mesmo, como eu já havia prometido antes que faria, e que recomendo bastante a todos os interessados no tema: Se você ainda não é inscrito no meu canal, inscreva-se . Até hoje eu sempre priorizei a parte escrita (blogs e livros), mas, pelo menos pelos próximos tempos, pretendo seguir mais focado nos vídeos, que é algo que eu ainda preciso aprimorar muito. O blog não irá parar por completo, mas quem quiser acompanhar as atualizações recomendo seguir meu canal e minha página no facebook onde posto os novos vídeos. E sempre que o assunto de algum vídeo tive...

Refutando objeções ao aniquilacionismo (Parte 3)

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• A morte eterna é uma morte “somente espiritual”? Também é argumentado pelos imortalistas que a “segunda morte” (morte eterna) que a Bíblia se refere é apenas uma “morte espiritual”, no sentido de estar “separado de Deus”, mas que não tem nada a ver com morte natural (inexistência). É lógico que este conceito distorce o sentido primário de morte, que é o inverso de vida. Embora haja algumas ocasiões onde o termo “morte” na Bíblia se refira a um afastamento de Deus, isso está bem longe de ser o conceito-padrão. A esmagadora maioria das vezes em que a palavra “morte” aparece na Bíblia é interpretada pelos imortalistas como se referindo a uma morte literal, embora creiam que se refira somente ao corpo. Mesmo que fosse somente ao corpo, isso implicaria que a primeira morte é a cessação de vida no corpo. Mas o mesmo termo “morte” é aplicado à segunda morte, e os imortalistas não podem afirmar que é uma “morte apenas do corpo”, porque eles creem que os ímpios ressuscitarão em...

Refutando objeções ao aniquilacionismo (Parte 2)

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• A “destruição” é sempre apenas no sentido de “ruína”? Outra estratégia usada pelos ‘infernistas’ é dizer que as várias ocorrências bíblicas dos termos “destruir” e “perecer” significam apenas “ruína”, e nunca tem o sentido de destruição total ou cessação de existência. Para fundamentar essa posição, citam os vários casos em que a palavra apollumi aparece no sentido de “perder” algo, e não no sentido de “destruir” efetivamente. Em resposta a essa objeção, deve ser observado que, realmente, apollumi tem um sentido secundário que muitas vezes é usado no Novo Testamento, que é o significado de “perder”. Sempre quando alguém “perde” algo (como a moeda da parábola de Lucas 15:9), ou está em “perdição”, é apollumi que aparece, porque o grego não tinha palavra exclusiva para “perder-se”. Essa é a razão pela qual encontramos tantos casos onde apollumi não implica em destruição total. No entanto, qualquer indivíduo minimamente esclarecido sobre o grego bíblico sabe também que há...