17 de junho de 2015

A História Negra da "Santa" Igreja

A HISTÓRIA NEGRA DA "SANTA" IGREJA
(Keith Thompson)

Quando examinamos a história da Igreja Católica Romana, a frequencia de práticas abomináveis e eventos conferidos deixam poucas dúvidas de que ela não é o cumprimento do plano de salvação de Deus na terra. O nível de maldade produzido pelo sistema romano nega a ideia de que ela seja a noiva de Cristo, que oferece o novo nascimento. Em vez disso, uma vez que a prova é avaliada, torna-se óbvio que ela pertence ao reino das trevas. A seguir estão algumas das atrocidades mais más – não incluindo a inquisição – cometidas pela religião romana na história.


O papa que mandou torturar e matar cardeais

O papa Urbano VI reinou de 1378-1389 d.C. Durante o seu pontificado, um antipapa chamado Clemente VII levantou-se afirmando que ele era o verdadeiro papa. Joanna, rainha de Nápoles, estava do lado de Clemente VII, e o papa Urbano VI a depôs e a substituiu por seu primo Charles de Durazzo. No entanto, Charles e o papa Urbano VI mais tarde tiveram um atrito, e Charles junto com alguns outros cardeais conspiraram contra ele. Como resultado, Urbano VI mandou torturar e assassinar brutalmente esses seis cardeais[1]. Na verdade, afirma-se que, embora estes cardeais estivessem sendo torturados, o papa Urbano VI se queixava que seus gritos não eram suficientemente altos para que ele ficasse satisfeito.


O papa que vendeu o papado

Bento IX reinou como papa duas vezes. Ele primeiro reinou de 1032-1044 d.C, e depois novamente em 1045-1047 d.C. Durante o seu segundo pontificado, ele de fato vendeu sua cátedra papal para seu padrinho Giovanni Gratiano, arcipreste da igreja de São João venerável, que depois se tornou o papa Gregório VI. O papado foi vendido a ele por 1.500 libras de ouro[2].


Orgia com cinquenta prostitutas no Vaticano

Alexandre VI reinou como papa de 1492-1503 d.C. Historiadores notam que ele acumulou quantidades absurdas de riqueza e era pai de sete filhos com diferentes mulheres, duas das quais ele teve caso depois de ter se tornado papa[3]. O historiador Williston Walker observa que ele era um “homem de imoralidade desenfreada... sua grande preocupação era lucrar em cima de seus filhos bastardos, principalmente sua filha Lucrezia Borgia, envolvendo-os em casamentos vantajosos, e também Cesare Borgia, seu filho assassino e sem escrúpulos, auxiliando-o a alargar um principado fora dos Estados Pontífices”[4].

Philip Schaff nos fala sobre um evento impensável perto do fim da vida de Alexandre VI:

“Dois anos antes da morte de Alexandre VI, em 31 de outubro de 1501, uma orgia teve lugar no Vaticano através da nomeação de César, cuja obscenidade era a pior dentre os festejos imperais, a qual dificilmente possa ser superada. Cinquenta cortesãs passaram a noite dançando com os serviçais e demais presentes, primeiro com suas roupas e em seguida nuas, em frente ao papa e Lucrezia, que as olhavam. As mulheres, ainda nuas, iam em direção às suas mãos e pés, pegavam castanhas jogadas ao chão e depois recebiam prêmios de mantos, cápsulas e outras coisas”[5]

E. R. Chamberlin, do mesmo modo, confirmou:

“O Vaticano tem sido palco de comportamento escandaloso o suficiente; agora, o tribunal se tornou ativamente criminoso, deliberadamente pervertido... cinquenta prostitutas romanas faziam par com cinquenta servos do palácio e eram premiadas por Alexandre”[6]

É interessante notar que este foi o papa que canonizou e tornou santo um dos santos favoritos de Roma, Anselmo de Cantuária[7].


Documentos falsificados

Há também uma lista enorme de falsificações criadas por Roma a fim de enganar as pessoas e fazê-las acreditar no primado papal e na supremacia romana. A primeira é a chamada “Doação de Constantino”. Este documento foi forjado entre o oitavo e nono século por Roma. Nele, o imperador Constantino, que reinou durante o pontificado do papa Silvestre I (314-345), é representado como conferindo ao papa Silvestre e a Roma certas prerrogativas e honras que durante o século VIII até o XV o catolicismo romano iria apontar como evidência da historicidade da doutrina papal. Nele, o imperador dá ao papa Silvestre a primazia sobre os patriarcas da Igreja no mundo e domínio político sobre os países ocidentes[8]. O documento foi provado ser falso no século XV. Não era uma carta do imperador Constantino, mas uma criação de Roma. Isso é verdadeiramente abominável.

Outro exemplo semelhante é conhecido como os “Decretos do Pseudo-Isidoro”, que foram produzidos no século IX por estudiosos católicos. Eles eram um conjunto de documentos falsos em nome do falecido Isidoro de Sevilha, que foi arcebispo de Sevilha entre o sexto e o sétimo século[9]. Estes documentos, de acordo com Schaff, “deram expressão jurídica à opinião popular do papado, levantaram e reforçaram seu poder mais do que qualquer outro meio”[10]. De fato, na mesma página Schaff explica que o ensino papal expresso nesses decretos forjados “eram em grande medida a base da lei canônica da Igreja de Roma”[11]. Em outras palavras, o direito canônico romano, que ainda hoje é utilizado, baseia-se nestas falsificações papais. Que Roma iria criar estas falsificações e usá-los para enganar as pessoas a fazê-las se curvar diante de suas doutrinas e de sua política é verdadeiramente uma fraude notável e abominável.


Padres homossexuais e abusadores de crianças

A epidemia de homossexualismo e pedofilia, além de escândalos de abuso vindos de Roma, também demonstram que este sistema é perverso e não de Deus. Parece que há sempre algo no noticiário mundial relativo a um sacerdote molestar uma criança, um papa encobrir um escândalo, um padre pedófilo sendo transferido a uma diocese diferente, ou ações judiciais de sacerdotes romanos pagando vítimas de abuso, dentre outros. Existem inúmeros documentários sobre este assunto, bem como livros e artigos. É uma das coisas nas quais o catolicismo romano é mais conhecido. Em relação apenas aos Estados Unidos, um estudo-relatório de 2004 feito por professores da Faculdade John Jay de Justiça Criminal revelou que de 1950 a 2002, 10667 indivíduos vieram à frente nos Estados Unidos como alvo de abusos sexuais por parte de líderes da Igreja Católica. As dioceses só estão dispostas a comprovar 6700 casos (o que todavia permanece alarmante!). 4392 padres americanos foram, portanto, reconhecidos oficialmente como abusadores de crianças.

No entanto, o SNAP (Survivors Network of Those Abused by Priest) argumentou que estes números, embora grandes, foram muito pequenos se comparados com as suas descobertas. Deve-se perguntar: o que faz com que todos esses líderes católicos façam isso? Muitos já explicaram como sendo em função de uma ordem celibatária sexualmente reprimida quando estes homens não receberam o dom de celibato por Cristo, o que leva inevitavelmente ao pecado sexual. Mas por que o pecado específico de abusar sexualmente de crianças do sexo masculino? Romanos 1:26-28 explica que quando os homens perseveram na rejeição a Deus e à Sua vontade, Deus os entrega a um sentimento perverso como um julgamento, para fazer coisas que não devem ser feitas, como a homossexualidade. Ele afirma:

“Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam” (Romanos 1:26-28)

A apologética católica internacional também debate: “Por que muitos padres e bispos são homossexuais?”. Richard Sipe, um padre e ex-psicoterapeuta, estudou o celibato e a sexualidade no sacerdócio por quatro décadas. Ele é autor de três livros sobre o tema. Certa vez, ele estimou que 30% do sacerdócio católico é de orientação homossexual. Em outros lugares, é citado que a estimativa está entre 25% e 45%. Ele disse ao Boston Globe:

“Se eles fossem eliminar todos aqueles que são de orientação homossexual, o número seria tão impressionante que seria como uma bomba atômica; ele faria o mesmo dano ao funcionamento da igreja (...) Isso significaria a demissão de pelo menos um terço de todos os bispos do mundo. E embora seja muito contra a tradição da igreja, muitos santos tiveram uma orientação homossexual, e muitos papas eram gays”[12]


O monstro satânico chamado papa João XII

João XII reinou como papa de 955-964 d.C. Ele foi um dos papas mais imorais da história e esteve envolvido em coisas que seria de se esperar de um satanista. O historiador Philip Schaff observa que “João XII desonrou a tiara papal por oito anos... ele foi um dos papas mais imorais e maus, no mesmo nível de Bento IX, João XXIII e Alexandre VI. Ele foi acusado por um sínodo romano, sem ninguém contradizendo, de quase todos os crimes dos quais a natureza depravada do homem é capaz, e foi deposto como um monstro de iniquidade”[13]. Schaff lista as seguintes acusações do sínodo contra João XII:

“Aparece constantemente com espada, capacete, lança e peitoral, negligenciando as matinas e vésperas... ele tornou bispo um menino de dez anos, ordenou um bispo ou diácono em um estábulo, mutilou um padre, pôs chamas em casas como Nero, cometeu homicídio e adultério, violou virgens e viúvas de alta e baixa classe, vivia com a amante de seu pai, tornou o palácio pontífice um bordel, bebeu à saúde do diabo, invocou na mesa de jogo a ajuda de Júpter e Vênus e de outros demônios pagãos...”[14]

Há duas histórias sobre a sua morte. Uma delas é a de que ele foi morto pelo marido ciumento de uma mulher com quem estava cometendo adultério, e a outra é a de que ele teve um acidente vascular cerebral enquanto cometia adultério com uma mulher.


As relíquias sagradas fraudulentas

Os reformadores protestaram fervorosamente contra a veneração de falsas relíquias que os católicos procuravam na Idade Média. Os católicos afirmavam que a veneração dessas relíquias iria encurtar o tempo de uma pessoa no purgatório. Quem explica isso é Eleanor Herman:

“As partes do corpo de santos foram chamadas relíquias de primeira classe. Algumas igrejas italianas se vangloriavam de possuir itens de primeira classe como as gotas de leite das mamas da Virgem Maria, o prepúcio do pênis de Jesus e seu cordão umbilical. Outras igrejas ofereciam relíquias de segunda classe, como coisas que tinham sido intimamente relacionadas com um santo durante sua vida. Uma igreja romana expôs o berço de Jesus na manjedoura, e outra o pedestal de mármore em que Pôncio Pilatos o havia açoitado”[15]

Isso indignava crentes na Bíblia e regenerados como Lutero e Calvino. Em sua obra “A Teologia de João Calvino”, Charles Partee destaca algumas das lembranças de Calvino destas relíquias absurdas:

“Em uma rara referência à sua infância, Calvino expressa a indignação de um menino observando as mulheres pobres e ignorantes de sua paróquia, incapazes de distinguir entre figuras de santos, assassinos e demônios, adornando todos iguais com guirlandas”

Já adulto, Calvino observava que entre as coisas surpreendentes sobre as relíquias se destacava o fato de que cada apóstolo tinha mais de quatro corpos e cada santo tinha dois ou três. Igualmente surpreendente anatomicamente era a exibição de três prepúcios de Jesus(!), um na igreja de Charrox, outro em Roma, e um terceiro em Hildesheim. Mais uma vez, embora apenas um homem carregasse a cruz, se todas as peças da cruz  que eram vendidas fossem colocadas em um mesmo lugar, podia-se construir um navio. Entre os crédulos, excrementos de cabra eram colocados na conta da Virgem Maria. Calvino dizia que se o corpo da Virgem Maria não estava na terra, nenhum osso poderia ser produzido, mas isso era compensado com seu leite materno. Ele disse ironicamente:

“Os seios da Santíssima Virgem rendiam mais leite do que aquilo que é dado por uma vaca. A não ser que ela tenha amamentado durante a vida inteira, dificilmente ela poderia ter fornecido a quantidade que é exibida”[16]


A Pornocracia Papal

A pornocracia é o nome dado a um período de 68 anos durante o século X, durante o período de reinado de quinze papas. Tudo começou com Sérgio III, que reinou de 904-911, até João XIII, que reinou de 965-972. Foi um período onde uma família da nobreza chamada de família Teofilato, principalmente as mulheres da família, Teodora e sua filha Marózia, tinha firme controle sobre os papas e levaram o papado a muita imoralidade, maldade e corrupção[17]. J. N. D. Kelly e M. J. Walsh ressaltam que “o próprio papado foi efetivamente controlado por esta poderosa família sem escrúpulos”[18]. O papa Sérgio III era íntimo com ela e quando tinha 15 anos teve um filho com Marózia. Seu filho, então, foi educado pela família Teofilato para se tornar papa quando crescesse. Ele seria nomeado papa João XI[19].

Quando o papa Sérgio III se tornou papa, ele marchou para Roma com uma força armada a fim de depor o antipapa Christopher, lhe jogando na prisão e depois o executando[20]. O papa João X (914-928 d.C) foi o único que ainda podia controlar o papado, e por isso Marózia organizou uma revolta contra ele. Ela tinha planejado seu assassinado e ele acabou sendo deposto de sua cátedra papal para ser sufocado até a morte[21]. Esta família fez se instalar em Roma papas como Leão VI, Leão VII e Estêvão. Comentando este tempo horrível, Philip Schaff disse:

“O papado em si perdeu toda a independência e dignidade, e se tornou presa da avareza, violência e intriga, uma verdadeira sinagoga de Satanás. Ele foi arrastado pelo lamaçal dos crimes mais sombrios, e teria perecido em desgraça absoluta se a providência não o salvasse para tempos melhores. Papa atrás de papa em rápida sucessão, cada um deles terminava sua carreira deposto, preso e assassinado (...) Teodora e Marózia combinaram seus encantos fatais de beleza e riqueza, uma capacidade rara para a intriga, e um desejo ardente por prazer o poder (...) Eles transformaram a igreja de São Pedro em um covil de ladrões, e fizeram da residência de seus sucessores um harém. E eles se vangloriavam da sua vergonha. Assim, este período é conhecido como sendo a infame pornocracia papal”[22]


O papa que decepou outro papa

O papa Estêvão VI reinou como papa de 896-897 d.C. Ele foi consagrado bispo de Anagni pelo papa anterior, Formoso, que reinou de 891-896 d.C. No entanto, Estêvão VI virou as costas para Formoso. Depois que Formoso morreu, Estêvão pegou seu cadáver exumado e o vestiu com vestes papais completas; e o colocou em um trono para um julgamento simulado sob a acusação de perjúrio, por ter cobiçado o papado e violado os cânones. Um diácono ficou ao lado do corpo morto de Formoso e respondeu por ele no julgamento simulado. Formoso foi declarado culpado, seus dedos foram cortados e seu corpo jogado no rio Tibre. Isso é verdadeiramente satânico.

No entanto, as coisas pioraram ainda mais para Roma. As ações de Estêvão não ficaram impunes. Poucos meses depois, os fieis católicos indignados com Estêvão “o depuseram, despindo-o de sua insígnia papal, e o lançaram na prisão, onde pouco depois foi estrangulado”[23].


A venda de indulgências

Esta aberração histórica diz respeito às indulgências. A indulgência é a remissão das penas temporais do pecado aqui e no purgatório. Foi proclamada pela Roma medieval que essas indulgências poderiam encurtar o tempo das pessoas no lugar inexistente chamado de purgatório. O papa Urbano II, que reinou de 1088-1099 d.C, ofereceu indulgências aos cruzados que morressem combatendo os muçulmanos, dizendo que todos os seus castigos temporais pelo pecado seriam anulados[24]. Não apenas a ideia de indulgências é uma abominação, mas o fato de o catolicismo romano ter vendido indulgências na Idade Média é inconcebivelmente satânico. Em 18 de abril de 1506, o papa Júlio II expôs um touro prometido em indulgência para aqueles que pagassem dinheiro a ele. Ele iria usar esses fundos para a construção da Basílica de São Pedro, em Roma[25].

Roma enviou certos pregadores como Tetzel para ir ao redor do mundo assustando os católicos para dar dinheiro a fim de que seus entes queridos saíssem do purgatório mais rápido. A consequencia lógica que se seguiu é que as pessoas começaram a cair deliberadamente em pecado, pensando que estava tudo bem, e que bastava pagar o dinheiro depois para obter o perdão pelos castigos temporais cometidos. Esta prática desprezível foi fervorosamente oposta pelo reformador Martinho Lutero.


Considerações Finais

Há muitas outras atrocidades que poderíamos destacar aqui (incluindo a inquisição). Mas basta dizer que este histórico de abominações inonimáveis saindo direto da era católica demonstra muito claramente que este sistema não é o cumprimento do plano de salvação de Deus na terra. O catolicismo não é o árbitro do reino de Deus. Ele não é a santa noiva de Cristo, a verdadeira semente de Abraão, a quem é dado o papel de pregar o evangelho aos perdidos de uma maneira cristã. Embora ninguém espere que o povo de Deus esteja sempre 100% perfeito o tempo todo, este histórico constante de abominações e atrocidades na histórica católica, século após século, nos prova que este tipo de coisa é comum no papismo. Este sistema se assemelha mais a um culto satânico do que ao cumprimento do plano de Deus sobre a terra. É porque o catolicismo romano, longe de representar Deus e ser a santa noiva de Cristo, é na verdade a maior de todas as falsificações de Satanás – uma igreja apóstata que, como igreja, teve seu candelabro removido há muito tempo.

Por: Keith Thompson (Reformed Apologetics)
Tradução: Lucas Banzoli (Apologia Cristã)


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[1] (J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 230; Richard P. McBrien ed., “Urban VI,” HarperCollins Encyclopedia of Catholicism, [HarperCollins Publishers Inc., 1995], p. 1290.
[2] E. R. Chamberlin, The Bad Popes, [Dorset Press, 1969], p. 71.
[3] J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 25.
[4] Williston Walker, A History of the Christian Church, [Scribner, 1985], p. 396.
[5] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 6, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 461.
[6] E. R. Chamberlin, The Bad Popes, [Dorset Press, 1969], pp. 197, 198.
[7] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 6, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 462.
[8] J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 25.
[9] Williston Walker, A History of the Christian Church, [Scribner, 1985], p. 250.
[10] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 4, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 268.
[11] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 4, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 268.
[13] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 4, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 287.
[14] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 4, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 297 n. 1; see also E. R. Chamberlin, The Bad Popes, [Dorset Press, 1969], pp. 43-44.
[15] Eleanor Herman, Mistress of the Vatican, [HarperCollins, 2009], p. 241.
[16] Charles Partee, The Theology of John Calvin, [Westminster John Knox Press, 2008], p. 11.
[17] Williston Walker, A History of the Christian Church, [Scribner, 1985], pp. 252-253.
[18] J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 120.
[19] E. R. Chamberlin, The Bad Popes, [Dorset Press, 1969], p. 34; J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 119.
[20] J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 118.
[21] J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 121.
[22] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 4, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 284.
[23] J. N. D. Kelly, M. J. Walsh, Oxford Dictionary of Popes, [Oxford University Press, 2010], p. 115.
[24] Kenan B. Osborne, “Indulgences,” ed. Richard P. McBrien, The HarperCollins Encyclopedia of Catholicism, [HarperCollins Publishers Inc., 1995], pp. 662-663.
[25] Philip Schaff, History of the Christian Church, Volume 6, [Hendrickson Publishers, 2011], p. 764.

16 comentários:

  1. Como sempre nos trazendo excelentes matérias! Parabéns Lucas, que Deus sempre o abençoe.

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  2. Lucas vc ja começou a fazer o artigo resumindo o apocalipse em ordem cronologica?eu queria entender tudo, dessa de 7 anos de tribulação, milênio, novo céu e nova terra, besta, anticristo, falso profeta, seres viventes, anciãos, etc....eu tentei ler o apocalipse mas não entendo nada devido a simbologia e sei tb que temos que pegar outros textos do antigo e novo testamento pare entender o apocalipse, não é ?
    obrigada

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  3. Lucas, no seu último post você disse que a Igreja católica apostólica romana foi fundada em 1054 D.C, mas nesse post vc menciona papas de 955-964. Hahaha, vc próprio se contradiz

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    1. Você é retardado ou só se faz? Primeiro, caso você não tenha notado, este artigo é do Keith Thompson e não meu, eu apenas traduzi. Segundo, o papa de 955-964 JÁ ERA PAPA, mas da Igreja Católica, antes do cisma de 1054 d.C. Terceiro, ele já era um BISPO DE ROMA, da mesma comunidade local que mais tarde passou a ser identificada como "ICAR".

      Vocês catoleigos só servem pra passar vergonha. Não acertam uma.

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    2. Lucas, e esses bispos são sucessor de Lino ?

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    3. Isso se Lino foi mesmo bispo de Roma, conforme passou a se crer a partir do final do século II d.C. Antes disso, a evidência histórica é que Roma era dirigida por um coletivo de presbíteros, como escrevi neste artigo:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2015/10/a-lista-oficial-de-papas-da-igreja.html

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  4. Por tradição no século 2 da era cristã, Santo Irineu de Lyon, que foi discípulo de Policarpo de Esmirna, que por vez o foi com Papias e Inácio de Antioquia, entre outros tantos, discípulo de São João Evangelista, narrou no livro Contra as Heresias, uma das mais antigas listas dos bispos de Roma que se tem registro, desde os príncipes apostólicos, martirizados em Roma, São Pedro e São Paulo, por amor Aquele que os escolheu para conduzir na fé, no amor e na fé.

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    1. Sim, e nessa lista de Irineu o primeiro bispo de fato é Lino, e não Pedro:

      “Os bem-aventurados apóstolos que fundaram e edificaram a igreja TRANSMITIRAM O GOVERNO EPISCOPAL A LINO, o Lino que Paulo lembra na carta a Timóteo. Lino teve como sucessor Anacleto. Depois dele, em terceiro lugar, depois dos apóstolos, coube o episcopado a Clemente” (Contra as Heresias, Livro III, 3, 2-3)

      Note que Irineu não fala de Pedro em particular, mas “dos apóstolos”, se referindo a Paulo e a Pedro. Uma vez que nenhum católico coloca Paulo na lista de “papas”, é óbvio que ele não estava falando de bispado aqui, na parte que se refere à fundação da igreja de Roma. Logicamente, portanto, o primeiro bispo de Roma na consideração de Irineu é Lino. Os apóstolos não eram bispos de Roma antes de Lino, mas apenas tiveram o papel de “fundar” a igreja, isto é, de estabelecer suas bases.

      Note ainda que, para Irineu, Lino se tornou bispo romano ENQUANTO PEDRO E PAULO AINDA ESTAVAM VIVOS, pois eles que teriam passado o episcopado a Lino. Isso se difere gritantemente da teologia católica, onde um papa só substitui outro depois que o outro morre (a não ser que renuncie, o que não é mencionado por Irineu em parte alguma). Após a morte do papa, os cardeais se reúnem para decidir quem vai substituí-lo. Contudo, na descrição de Irineu, os próprios apóstolos é que transmitiram o episcopado a Lino, o que obviamente implica que eles ainda estavam vivos por esta ocasião.

      Isso sem falar que, antes de Irineu, o consenso dos documentos mais antigos é que Roma no primeiro século era governada por um grupo de presbíteros, e não por um bispo único. Isso é evidenciado, por exemplo, na antiga obra chamada “O Pastor de Hermas”, composta na metade do segundo século. Hermas (70-155) era um cristão da comunidade de Roma. Quando o anjo lhe pede para ler seu livro para as lideranças que dirigiam a igreja de Roma, somente presbíteros são mencionados, e no plural:

      “Tu o lerás para esta cidade, na presença dos presbíteros que dirigem a Igreja” (Visões 8.3)

      Cabe ressaltar, por fim, que este artigo não se trata de sucessão apostólica, há outros artigos neste blog com esta finalidade. Ele aborda exclusivamente as aberrações morais da igreja de Roma ao longo dos séculos, e sobre isso você nada comentou.

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  5. Lucas, a História da Igreja relatada nesse site é confiável? Porque se for eu vou estudar a fundo, esse material tem seu aval? Em um dos seus artigos eu vi como uma das fontes bibliográficas esse blog.

    http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/historia_da_igreja/

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    1. Em geral é boa sim, mas eu não recomendo em tudo, é a história da Igreja sob a perspectiva da Igreja Ortodoxa (o site é um site ortodoxo). Tem um capítulo sobre as cruzadas, por exemplo, que é mentira atrás de mentira do início ao fim.

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  6. Olá Lucas.

    Schaff, Kelly, Chamberlin, Walker et al. eram todos historiadores modernos e protestantes. Como dá pra saber se eles não foram tendenciosos em relação à Igreja Católica?

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    1. É só comparar o que eles escreveram com o que dizem as fontes primárias.

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  7. Veja as mentiras, distorções e manipulações desse comentário feito por um papista fanático:

    "Roubos:

    a) Todos os países protestantes europeus atuais eram países católicos que tiveram todos os bens da Igreja saqueados pelos monarcas protestantes.

    b) A Inglaterra foi, das antigas potências marítimas, a que mais contratou piratas pra que eles saqueassem navios e terras inimigas. Espanha e Portugal foram os seus maiores alvos. Nos países castelhanos existe a brincadeira de se chamar os ingleses de piratas até hoje.

    c) Os EUA roubou metade do território mexicano. Isso por que? "Porque era inaceitável que aquela terra rica e imensa ficasse nas mãos dos índios, mestiços e papistas do México! Ela tinha que ser nossa! Os protestantes predestinados e de raça branca pura!"."

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    Respostas
    1. “a) Todos os países protestantes europeus atuais eram países católicos que tiveram todos os bens da Igreja saqueados pelos monarcas protestantes”

      Esses “bens da Igreja” eram terras completamente improdutivas que não serviam para PORCARIA NENHUMA, a não ser deixar um povo pobre mais pobre ainda. A Inglaterra só foi começar a se desenvolver depois que deu essas terras inúteis à burguesia que fez alguma utilidade delas gerando empregos ao povo e desenvolvimento à nação. E em momento nenhum o povo foi consultado quanto a essas terras; na prática, a Igreja Romana ROUBOU essas terras do povo já que ela detinha um poder monárquico absolutista e ai de quem falasse um pio contra ela. Tanto é que depois que essas terras foram devolvidas ao povo, o próprio povo agradeceu. Não houve contestação popular, a não ser a indignação do próprio Vaticano. Não é à toa que o Estado mais desgraçado da Europa eram os Estados Pontíficos (que graças a Deus não existem mais), que eram os mais miseráveis e que mais matavam. E um dos países mais pobres da União Europeia atual é Malta, o único país que continua a ser oficialmente católico até hoje.

      Agora, se o assunto é roubar riquezas PRODUTIVAS que faziam um país próspero e desenvolvido, aí o catolicismo romano é o Mestre Supremo, tendo roubado toda a riqueza de Constantinopla, a cidade dos ortodoxos gregos que era então a mais grandiosa do mundo:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2016/05/a-quarta-cruzada-e-o-saque-de.html

      “b) A Inglaterra foi, das antigas potências marítimas, a que mais contratou piratas pra que eles saqueassem navios e terras inimigas. Espanha e Portugal foram os seus maiores alvos. Nos países castelhanos existe a brincadeira de se chamar os ingleses de piratas até hoje.”

      Veja a “lógica” do animal: a Espanha e Portugal roubaram praticamente TODA a riqueza do Novo Mundo, tendo exterminado, explorado e escravizado os nativos da América, mas a culpa mesmo é dos protestantes ingleses malvados que de vez em quando roubavam um desses navios espanhois e portugueses!

      “c) Os EUA roubou metade do território mexicano. Isso por que? Porque era inaceitável que aquela terra rica e imensa ficasse nas mãos dos índios, mestiços e papistas do México! Ela tinha que ser nossa! Os protestantes predestinados e de raça branca pura!"

      HAHAHAHAHAHAHAHAHA

      Essa besta nunca estudou a história da guerra entre México e EUA, então eu vou explicar brevemente. Nessa época, o México era um Estado ARRUINADO, milhares morriam em confronto com os índios mexicanos, sofria da mais profunda instabilidade política e crise econômica, só durante o ano de 1846 o México trocou de presidente quatro vezes e de ministro das finanças dezesseis vezes, enfim, era um Estado CAÓTICO. Então os cidadãos do Texas (estado mexicano) lutaram pela sua independência e a conseguiram. Essa independência foi reconhecida não apenas pelos países protestantes, mas até por países católicos da época, como a França. O que se seguiu foi que esses texanos que conquistaram a independência desejaram ser anexados aos EUA, porque não eram nada bobos, sabendo eles que os EUA eram uma grande potência muito superior e só tinham a ganhar com isso. Os EUA aceitaram a anexação do Texas, o México não gostou e começou a guerra.

      Agora, é hilário um católico falar sobre esse tipo de coisa quando eles se vangloriam pelas Cruzadas, quando anexaram vários territórios no Oriente que NUNCA FORAM DELES, e teriam anexado muitos outros se não fosse pelo fracasso das cruzadas subsequentes. E o que falar então das guerras entre Espanha e França, que duraram o século XVI inteiro? Os dois eram católicos e queriam matar um ao outro. Quem estava errado? O católico, o outro católico ou os católicos? Faz-me rir...

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