11 de julho de 2015

Papa abraça a causa da luta para que todos sejamos escravos

PAPA ABRAÇA A CAUSA DA LUTA PARA QUE TODOS SEJAMOS ESCRAVOS
(Luciano Ayan)

O fato é que na Bolívia o papa atacou o capitalismo. Para a figura, é “um sistema que impôs a lógica dos lucros a qualquer custo, sem pensar na exclusão social ou na destruição da natureza”. Voltando aos tempos do milenarismo (de antes das cruzadas), ele partiu para a mais abjeta religião política pedindo ‘salvação’ na terra: “Este sistema já não se aguenta, os camponeses, trabalhadores, as comunidades e os povos tampouco o aguentam. Tampouco o aguenta a Terra, a irmã Mãe Terra, como dizia são Francisco”.

Coisa feia. Coisa muito feia.

Esse embuste dizendo que o capitalismo é o problema do mundo deveria ser o suficiente para excomungá-lo. Até porque o capitalismo é um sistema baseado em trocas voluntárias, e no qual a caridade funciona como se fala na Bíblia: por meios voluntários. O que o socialismo promete é a escravidão do povo, com um pretexto de ajudar os pobres. Isso não tem nada de caridoso. Na verdade é monstruoso. Leandro Narloch fez muito bem ao lembar que “na Idade Média, quando a Igreja dominava o mundo, a pobreza era um pouquinho maior. Não é o capitalismo que exclui os pobres, e sim a falta de capitalismo”.

A lógica papal diz que “a distribuição justa dos frutos da terra e do trabalho humano é dever moral”. Há quem diga que o papa foi descuidado. Discordo. Ele foi intelectualmente desonesto, pois tem conhecimento bíblico para saber que não existe absolutamente nada na Bíblia validando o discurso de “distribuição justa”, desde, que, é claro, amparado por um poder totalitário (para fazer a tal “distribuição”).

O horror campeia solto mesmo nas palavras de Francisco, pois ele chega a dizer que isso é “para os cristãos, um mandamento”. Só se for em uma versão da Bíblia que ele inventou, não na Bíblia que todos conhecem. Os mandamentos para os cristãos são dez. Não existe nada disso de “distribuição” impositiva na Bíblia. Ao contrário, a Bíblia diz “com o suor do teu rosto comerás o teu pão” (Génesis 3:19).

O apelo à coerção vem do discurso contra a propriedade privada: “Trata-se de devolver aos pobres o que lhes pertence”. O famoso discurso de “função social” da propriedade. Isto é, o que é seu não é realmente “seu”, mas “dos pobres”. Na verdade isso sempre significa que o que é seu é dos donos do Estado inchado, fingindo-se de representantes “dos pobres”. A quem o papa pensa que engana? Aqui não passa.

O vídeo abaixo também é revelador. A 1h20 min, ele fala de “Pátria Grande”. Em outras palavras, defende a violação das soberanias das nações em nome de um bloco internacional de socialismo. Veja:


O grande cuspe na cara do povo vem a 1h23, quando ele pede censura de mídia, falando, feito lobo em pele de cordeiro, que “a concentração monopólica dos meios de comunicação social pretende impor pautas alienantes de consumo e certa uniformidade cultural”.

Que concentração de mídia, Francisco? Num país onde temos sete grandes empresas de mídia, isso não é concentração, mas distribuição. O papa sabe que o objetivo de quem fala em “regulação econômica de meios” é um só: reduzir o poder das várias empresas de mídia, para torná-las mais vulneráveis à chantagem de anúncios estatais. É precisamente o que ocorre na Venezuela e na Argentina.

O papa já não representa a Igreja Católica. Representa o Foro de São Paulo. O discurso dele tem um único propósito: lutar para nos transformar em escravos. Vamos tolerar isso?

Por: Luciano Ayan (Ceticismo Político)



MEUS COMENTÁRIOS:

Talvez eu seja a única pessoa do mundo que entenda que ao mesmo tempo a besta é um sistema econômico mundial comunista e a Babilônia/meretriz é a Igreja Romana (pelo menos, eu não conheço mais ninguém com essa mesma escatologia minha, que vocês podem ver clicando aqui). Dentro desta escatologia, está previsto que a “besta” (comunismo) se unirá à “meretriz” (Igreja Romana) durante a primeira metade da grande tribulação. Ou seja: se esta escatologia estiver correta, a tendência é que a Igreja Romana caminhe para cada vez mais perto do comunismo internacional, já que não se fazem alianças da noite pro dia. Tudo é fruto de um processo lento, frio e gradual.

Pois bem. O papa já estava dando sinais a muito tempo desta futura aliança, estando cada vez mais abraçado com a “causa da luta para que todos sejamos escravos”, como bem destacou Luciano Ayan (no texto acima), com coisas como essas:

1) Primeiro, o próprio clero conservador católico (em cada vez menor número) declarou abertamente que o papa é marxista (veja aqui).

2) Depois, ele consultou Leonardo Boff (uma das principais cabeças por detrás da teologia da libertação) para escrever sua nova encíclica (veja aqui).

3) Depois, ele disse que o dinheiro é esterco do diabo (veja aqui).

4) Depois, ele voltou a criticar o capitalismo, chamando-o de “selvagem” (veja aqui).

5) Depois, ele fez as pazes com a teologia da libertação (comunista até o pescoço) e se reuniu amigavelmente com Gustavo Gutiérrez, um dos fundadores da teologia da libertação (veja aqui), que por sua vez louvou o “novo clima” no Vaticano (veja aqui).
6) Depois, ele autorizou a beatificação de Óscar Arnulfo Romero, o maior nome da teologia da libertação (veja aqui).

7) Depois, o papa escreveu uma encíclica onde defende a agenda “ambientalista” da ONU (veja aqui).

8) Depois, o papa reconheceu o “Estado da Palestina”, em uma ação hostil e unilateral contra Israel (veja aqui).

9) Depois, o papa intermediou o restabelecimento das relações diplomáticas entre os EUA e a ditadura comunista cubana (veja aqui), e já tem até programada uma viagem para Cuba em setembro, onde se encontrará com o ditador Raúl Castro, irmão do assassino Fidel Castro (veja aqui).

10) Depois, o Vaticano autorizou o processo de beatificação de Dom Hélder Câmara, comunista de carteirinha e patrono da esquerda católica no Brasil (veja aqui).

11) Depois, os padres da CNBB se aliaram à agenda de “reforma” política totalitária do PT (veja aqui).

Mas agora o papa ultrapassou todos os limites e chutou o balde de uma vez. Como bem destacou Luciano Ayan, ele fala em “Pátria Grande” (o sonho dos comunistas latino-americanos), detona o livre comércio, defende abertamente a mudança do sistema capitalista (veja aqui), se coloca contra o direito à propriedade privada, fala em regulamentação da mídia (=censura), prega a “revolução” e, pasme, até recebe em mãos um crucifixo marxista (veja aqui)! A coisa ficou tão descarada, mas tão descarada, que até o guru católico Olavo de Carvalho disparou pesado pra cima do papa:






 



E depois de tudo isso, ainda tem uma dúzia de imbecis adestrados que creem que “a Igreja Católica é a única força que pode deter o comunismo”, e até se tornam católicos por pensarem que para ser liberal ou conservador de direita tem que se aliar às fileiras de Roma. Acordem: a Igreja Católica já deixou a muito tempo de ser um Forte Apache contra o comunismo, e hoje está muito mais para um quartel-general do marxismo, socialismo, bolivarianismo, comunismo e todos os “ismos” que só servem à causa da luta para que todos sejamos escravos.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)


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5 comentários:

  1. Mais um texto excelente! Parabéns

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  2. O Franciscanismo elevado ao extremo por Francisco... e tipo assim um mendigo se torna presidente dos EUA e quer que todos também passem a morar embaixo de pontes e a se deitar em papelão... legal comecem derretendo o ouro das capelas mineiras...

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  3. Vi, em um determinado site, o "amuleto" que o Papa recebeu do Cocaleiro, contendo as milhoes de mortes provocadas pelo comunismo, ao longo dos anos, em todo o mundo: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1459127514408896&set=a.1378006559187659.1073741827.100009349830249&type=1&theater

    Eu fico me perguntando: se, a essas mortes, fossem somadas as da Santa Inquisiçao Catolica, talvez tivessemos uma dupla invencivel?

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    1. Sim, o símbolo usado por ele é o mesmo que está na imagem principal deste artigo, é uma mistura de crucifixo com marxismo. Mas por mais que a inquisição tenha se esforçado muito em matar pessoas, ela não chegou nem perto do comunismo: foram mais de 100 milhões de mortes pelos comunistas, contra "apenas" 5 milhões de mortes dos católicos romanos, então ainda penso que o comunismo é desproporcionalmente mais cruel e abominável do que qualquer outro sistema já criado pelo homem...

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